Básico Quente

Hugo Carvalho Mattos_Street Style Zona Norte Etc_Foto Fabiano Albergaria- face -23

Básico Quente

O Hugo Carvalho escolheu a clássica combinação jeans, camiseta e tênis, mas apostou em um tom mais quente para compor o visual. Mesmo com o jeans mais escuro, a escolha da camiseta coral deu vida à produção. No detalhe, as pulseiras, que são sempre uma ótima opção pra complementar o look.

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Hugo Carvalho - Foto: Fabiano Albergaria
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Leão Psicosubversivo do Méier

daniel porto leão psicosuberviso

Leão Psicosubversivo do Méier

daniel porto leão psicosuberviso

Arte: Daniel Porto

Pela definição dos organizadores e organizadoras, nossos queridos Leões e Leoas:

"Jogue num caldeirão efemérico:

Tiradentes, o monstro do Lago Ness, Charles Manson, Augusto dos Anjos, João Nogueira, Neil Young, Paulinho da Viola, Deborah Fontenelle, o Festival das Luzes da Índia e a expulsão de Trotsky do Partido Comunista Soviético:

Essa é a tônica para a edição 'Leão Psicosubversivo do Méier', uma edição de transgressão, celebração, resistência e catarse em meio à atonia e debilidade dos nossos tempos.

Na programação, show da banda Euráculo, discotecagem com DJ Rajão (por enquanto) e bolo de parabéns para a queridíssima leoa @Deborah Fontenelle!"

Então anote no caderno: Domingo,  12/11, de 16h às 22h na Praça Agripino Grieco, no Méier. Saiba como chegar e marque a sua presença no evento clicando aqui. Nos vemos lá!

Frescor Garantido

Carina Ferreira_Street Style Zona Norte Etc_Foto Fabiano Albergaria-38

Frescor Garantido

A Carina Ferreira apostou num tipo diferente de textura para a t-shirt de seu look. O poá, com efeito de furinho na blusa, garantiu uma produção mais fresquinha, ótima opção para o verão que já começa a chegar. Fica a dica de customização! Pra fechar, calça jeans com leve efeito marmorizado e tênis baixo, clássico.

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Carina Ferreira_Street Style Zona Norte Etc_Foto Fabiano Albergaria-38
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Inscrições abertas para o Meeting of Favela 2017

MOF 2017

Inscrições abertas para o Meeting of Favela 2017

MOF 2017

Em sua 12ª edição, o MOF está de volta com a mesma filosofia de ampliar a cultura urbana e fomentar a integração entre cidades, estados e países. A inscrição é apenas para a produção ter controle sobre o evento e, assim, melhorar o atendimento e a recepção de todos. Para participar, é gratuito e todos são bem chegados. Não precisa ser convidado, basta fazer a inscrição e levar seu talento e  entusiamo para registrar seu nome na história do MOF. E aí, está esperando o quê!? Clique aqui e se inscreva!

O MOF
Diálogo com a cidade e interação de cultura é a proposta do Metting of Favela. O circuito de graffiti, realizado anualmente na Baixada Fluminense, aguarda a presença de vários artistas de todo o Brasil e do exterior. As manifestações artísticas estão entre as importantes ferramentas de inserção social e, apesar das dificuldades de acesso existentes na Baixada Fluminense, podem contribuir de forma significativa para a redução da violência e das desigualdades na região. Na contramão das restrições, surgiu a importante contribuição de alguns moradores, praticantes de graffiti.

A história da POSSE471 começou no ano de 2006 com o objetivo comum de interação entre os percussores locais. A ideia era organizar um mutirão dos mutirões de graffiti. Surgiu então o Meeting of Favela, que na 1ª edição contou com a presença de mais de 50 grafiteiros na comunidade da Vila Operária, em Duque de Caxias - RJ. Com muita perseverança e tinta nas mochilas, eles vieram de alguns lugares do Rio de Janeiro e dos estados de São Paulo e da Bahia. Em 2007, nasceu a proposta de tornar-se um circuito anual. O então chamado MOF, foi ampliado com a inclusão de shows e almoço para os participantes. Seus líderes recepcionaram mais de 1.000 grafiteiros de várias cidades do país e representantes internacionais: Belo Horizonte, Florianópolis, São Paulo, Salvador, Brasília, Nova Iorque e Montreal, além da massa carioca. Daí por diante, o MOF se tornou parte do calendário artístico urbano nacional.

O MOF (Meeting of Favela) é realizado uma vez por ano na Baixada Fluminense, no mês de novembro, sempre no mesmo local, na comunidade da Vila Operária, em Duque de Caxias, tendo como finalidade proporcionar para os moradores um espetáculo de cores, criando incentivo para crianças e jovens que admiram a arte do graffiti.

 

COMO CHEGAR NO MOF

Quem vem de fora do Rio
Rodoviária Novo Rio: ir para Cais do Porto e pegar ônibus para Caxias que passa pelo hospital infantil ou na Praça Humaitá
Aeroporto do Galeão: ir para Avenida Brasil passarela 8 e pegar ônibus para Caxias que passa pelo hospital infantil ou na praça Humaitá

Outras localidades
Central do Brasil: Ônibus Central/Caxias (Empresa Jurema) via Brigadeiro Lima e Silva, descer na praça Humaitá 25 de Agosto e entrar na rua lateral a direita da Zarkos (Rua Marechal Bento Manoel), seguir em frente até o Cemitério Tanque do Anil (Lado direito). Perguntar onde fica a associação de moradores da Vila operária (Ponto de encontro…Colégio Estadual Vinicius de Moraes). Ao lado Da associação.

Central do Brasil: Ônibus Central/Caxias via Beira Mar (Empresa Reginas), e pedir pra descer no ponto do cemitério na Vila Operária (Ponto de encontro…Colégio Estadual Vinicius de Moraes).

Trem: Descer na estação de Caxias e sair pro lado direito da estação, pegar o ônibus Santa lúcia/Beira Mar e pedir pra descer na Vila Operária, no ponto do Cemitério Tanque do Anil e perguntar onde fica a associação de moradores (Ponto de encontro…Colégio Estadual Vinicius de Moraes) Ao lado da associação.

Penha: Kombi, Buzão pra Caxias descer no Hospital Infantil atravessar a passarela e perguntar onde é a Praça Humaitá, entrar na rua lateral a direita da Zarkos (Rua Marechal Bento Manoel), seguir em frente até o Cemitério Tanque do Anil (Lado direito) Perguntar onde fica a associação de moradores da Vila operária (Ponto de encontro… Colégio Estadual Vinicius de Moraes) Ao lado da associação.

Rodoviária de Niterói: Niterói/Caxias Via 25 de agosto (Brigadeiro Lima e Silva) – descer na Praça Humaitá 25 de Agosto e entrar na rua lateral a direita da Zarkos (Rua Marechal Bento Manoel), seguir em frente até o Cemitério Tanque do Anil (Lado direito)Perguntar onde fica a associação de moradores da Vila Operária (Ponto de encontro… Colégio Estadual Vinicius de Moraes) Ao lado da associação.

Madureira, Jacarepaguá: Freguesia/Caxias descer no Hospital Infantil atravessar a passarela e perguntar onde é praça Humaitá, entrar na rua lateral a direita da Zarkos (Rua Marechal Bento Manoel), seguir em frente até o Cemitério Tanque do Anil (Lado direito) Perguntar onde fica a associação de moradores da Vila Operária (Ponto de encontro… Colégio Estadual Vinicius de Moraes) Ao lado da associação.

Méier/Caxias: descer no Hospital Infantil atravessar a passarela e perguntar onde é praça Humaitá, entrar na rua lateral a direita da Zarkos(Rua Marechal Bento Manoel), Seguir em Seguir em frente até o Cemitério Tanque do Anil (Lado direito) Perguntar onde fica a associação de moradores da Vila Operária (Ponto de encontro… Colégio Estadual Vinicius de Moraes) Ao lado da associação.

Você Precisa Ver o Documentário “Grana Preta”

gato mídia

Você Precisa Ver o Documentário "Grana Preta"

O documentário fala sobre negócios em favela e empreendedores negros

Nesse sábado, 23 de setembro, ás 19h tem exibição do documentário Grana Preta no Bistrô Estação R&R no Complexo do Alemão. Além da exibição, vai rolar um bate-papo sobre Black Money com Marcela Lisboa, jornalista e cineasta e Marcelo Ramos, criador da cerveja Complexo do Alemão. A mediação fica por conta da maravilhosa Thamyra Thâmara, criadora do GatoMIDIA, espaço de aprendizado em mídia e tecnologia para jovens negros e de espaços populares.  

A ideia de produzir o documentário surgiu depois de uma pesquisa qualitativa desenvolvida, com comerciantes do Complexo do Alemão.  

O que mais nos chamou atenção foi perceber que grande parte dos comerciantes abriram seus negócios motivados pelo desejo de trabalhar perto de casa e pela possibilidade de organizar seu tempo, rotina - destaca Thamyra Thâmara.

O documentário tem o objetivo de debater os métodos e formatos dos negócios desenvolvidos nas favelas e também por empreendedores negros a partir do "se vira", "nós por nós" e o "black money", que são conceitos que perpassam esses empreendimentos.

Segundo o Data Favela, as favelas do Rio de Janeiro movimentam 68,6 bilhões de reais por ano. Quatro em cada dez moradores de favelas têm vontade de empreender.  Entre os moradores que pretendem ter o próprio negócio, a maioria pretende empreender dentro do seu próprio território. Além disso, a maioria desses desses futuros empreendedores das favelas brasileiras pertencem à classe C.

Grande parte desse dinheiro circula na economia local. Economia essa que ora se organiza por resistência (pela ausência do estado em proporcionar acesso a serviços básicos e qualificação profissional) e ora se organiza por insistência em acreditar que é possível viver dos seus próprios sonhos, ser seu próprio chefe e fortalecer a comunidade.

Saber produzir e criar em ambientes adversos é uma habilidade diferenciada que pode ser potencializada e replicada metodologicamente. A Lan House que compartilha espaço com o tio do bar, a barbearia que vende roupa, a tia que vende quentinha por 3 conto, a feira de sábado, os brechós das igrejas , a padaria com pão a 20 centavos, o bistrô de cerveja artesanal,  tudo isso aponta novos rumos para a economia colaborativa e para os negócios em tempo de crise. O que vemos agora é uma grande parcela da população que sempre viveu em "crise", mas que vê na situação atual oportunidade para avançar.

Serviço:

→ Exibição do documentário dia 23/09, sábado, às 19h.

→  Localização Bistrô Estação R&R (Complexo do Alemão)

Exibições:
10.10 - Instituto Black Bom