Mais ou Menos Isso – Falsa Cultura

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Foto: Reprodução Instagram @esuburbano

São Cristóvão só tem endereço com “São” na frente, como São Luiz Gonzaga e São Januário.

Colégio é o bairro da Zona Norte mais perto do Recreio.

Del Castilho foi um espanhol que adorava passear no shopping.

Higienópolis tem as ruas mais limpas do subúrbio.

Praça da Bandeira se chama assim porque quem está por ali se entrega logo que está indo na Rua Ceará.

Engenheiro Leal foi o único da profissão que realmente se podia confiar. Ao contrário dos que fizeram o Engenho Novo, Engenho de Dentro e Engenho da Rainha.

Vista Alegre sempre disputou com o Alto da Boa Vista para saber quem tem a melhor paisagem.

Tijuca foi criada por um senhor conhecido como Tio Juca. Ele nasceu na Zona Sul.

Vaz Lobo tem um morador que só sai em dias de lua cheia.

Barros Filho e Coelho Neto foram primos.

Andaraí serviu de inspiração pra aquela música do Katinguelê “inará inará inará inaraí”.

 

Leo Valpassos e Lucas Ribeiro www.facebook.com/maisoumenosisso

*As opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade integral dos autores e não representam necessariamente a opinião deste site.

Mais ou Menos Isso – A verdadeira função dos objetos lá de casa

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Foto: Reprodução Instagram @brunasimas

Pregador de roupa – Fechar pacote de biscoito já aberto

Geladeira – Recarregar pilha velha

Toalha – Cobrir o sofá

Saco de supermercado – Ser saco de lixo

Roupa velha – Virar pano de chão

Prato – Decorar a parede da sala

Escova de dente – Limpar os cantinhos da parede

Revista – Funcionar como apoio para copo

Jornal – Forrar o chão de gaiola de passarinho

Caneca – Parar no banheiro como porta escova de dente

Enciclopédia – Deixar o monitor do computador mais alto

Balde – Acabar como cesto de roupa suja

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Mais ou Menos Isso – E se criássemos novas profissões?

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Foto: Reprodução Instagram @alves_giliard

Abanador de Ônibus: A galera que pega ônibus para ir para o trabalho normalmente se divide em dois grupos: os que sentam no lado do sol e os que sentam no lado da sombra. Mas o problema surge mesmo quando o sol resolve mudar de lado a cada rua nova que o ônibus entra. Nessas horas, você pensa “oh! E agora quem poderá me defender?” Ele! O Abanador de Ônibus! Um profissional que vai estar sempre preparado para fazer um ventinho enquanto você lê o seu jornal, mexe no seu smartphone ou finge que está dormindo porque entrou uma idosa no ônibus.

Guardador de Sombra: Sabe aqueles dias em que você pensa que a música da Fernanda Abreu deveria ser Rio 50ºC? Pois é. É nesse dia que o salvador da pátria se chama Guardador de Sombra. Malandro que é, quando você estiver se aproximando de uma, o Guardador de Sombra já vai estar gritando “sombra, doutor? Aqui, doutor”. E vai correr do seu lado até garantir que aquela sombra que você vai parar é propriedade dele. Ah, o pagamento é adiantado e não ache que ele ainda vai estar lá quando você for embora.

Visitador de Parente: Sabe quando a sua mãe fala “meu filho, você tem que (preste atenção no ´tem que´) visitar a sua tia Aurora. Ela sempre pergunta de você”? Pois é. Só que agora você não vai precisar mais ficar sem resposta. O Visitador de Parente vai no seu lugar e faz uma visitinha até àqueles parentes do interior que você só lembra do nome lendo a etiqueta do presente de Natal. E o Visitador é tão bom que ele pergunta pela família, vê fotos antigas, come bolo de ameixa (receita tradicional da família. Delícia, não?), agradece algum possível presente (“não precisava”) e ainda se despede com um “fica com Deus” e com um “pode deixar, dou o beijo sim”. Perfeito.

Cobaia de Podrão: 3:37h da manhã e você numa pós-night qualquer. Nessa hora, comida é podrão e ponto final. Depois de tanto equilibrar ovo de codorna em cima de uma salsicha e de ficar comendo restinho de milho naquele saco plástico nojento, a sociedade precisava de uma nova profissão: o Cobaia de Podrão. O nome já diz tudo. Ele experimentaria os podrões antes de você. E com direito a tudo: milho, ervilha, catchup, mostarda, maionese, batata palha, azeitona, ovo de codorna, queijo ralado e passas. Mesmo sabendo que você vai pedir “completo sem passas”. Ah, você não gosta de cachorro-quente? Ele pode experimentar outros tipos de sanduíche também e até churrasquinho. Afinal, nas ruas da madrugada, tudo é podrão. Mas tem um detalhe importante, o Cobaia de Podrão entraria em ação sempre uma noite antes da sua saída. Por quê? Por favor, não seja inocente. Porque tem que dar tempo pra ver se ele vai passar mal, né?

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Mais ou Menos Isso – Lendas Urbanas totalmente inventadas. Ou não.

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Foto: Reprodução Instagram @tolamaravilha

As esfihas do Habib’s da Dias da Cruz são feitas com carne de camelo.

Um ovo pode ser frito com o calor do asfalto da Avenida Maracanã.

Há um produto químico capaz de mostrar quem urinou na piscina do Mackenzie.

O fantasma da loira assombra o banheiro do Colégio Pedro II do Engenho Novo.

Traficantes de órgãos usam “boa noite, cinderela” na Raio de Sol para roubar rins das pessoas.

O elevado Paulo de Frontin balança em dia de muito trânsito.

Se você falar Quintino Bocaiuva ao contrário 3 vezes, evoca espíritos malignos.

Alguns zumbis vivem até hoje no prédio que era o Carrefour em frente ao Borel.

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Mais ou Menos Isso – Novas Definições

Foto: Reprodução @caminhosdecascadura
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Foto: Reprodução Instagram @caminhosdecascadura

Aleatório: número que o trocador do 457 grita pro fiscal no ponto.

Amigo: garçom do Buxixo quando você quer fazer um pedido.

Ansioso: aquele que fica em pé antes mesmo do ônibus de viagem chegar na rodoviária.

Árbitro: profissional que foi xingado no Fla x Flu.

Desodorante: produto não usado por pelo menos metade dos frequentadores do metrô.

Edredon: objeto que te impede de levantar pro trabalho, principalmente pra quem mora no Alto ou no Grajaú.

Engarrafamento: volta da praia pela Linha Amarela.

Leske: jeito que alguns vendedores do Carioca Shopping acham maneiro chamar os clientes.

Lilás: cor de cabelo das senhoras da Saens Peña.

Missa: ginástica comandada por um padre no Capuchinhos.

Nojo: sentar num banco de ônibus que ainda está quentinho.

Piloto: motorista de ônibus.

Praia: lugar em que todos os seus amigos do Facebook estão no fim de semana.

Respirar: ação pouco comum em banheiros químicos do Carnaval de rua.

Samba-enredo: estilo musical cuja base é a bateria e o “laiá laiá”.

Van: transporte coletivo.

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