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Rio 450 anos – ZN na História – Barros Filho

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Foto: Reprodução Instagram @guilhermejosy

O nosso tour histórico dos 450 anos, chega hoje ao bairro de Barros Filho!

1- Origem do nome do bairro: Homenagem ao filho e herdeiro de Antônio Costa Barros, proprietário das terras da Fazenda Boa Esperança.

2- Toda a região pertencia à Freguesia de Irajá, e era ocupada por grandes fazendas, como a Botafogo e a do Engenho Boa Esperança, no século XVIII.

3- A família Costa Barros era proprietária de grandes latifúndios na região.

4- Com a construção da linha ferroviária auxiliar, entre 1892 e 1898, nela foi instalada, em 1908, a estação Barros Filho.

5- O bairro é atravessado pela Avenida Brasil e abrange o Distrito Industrial da Fazenda Botafogo e diversas comunidades.

6- Conta com o CIEP Rubens Gomes, a Escola Municipal Sindicalista Chico Mendes, a Escola Municipal Juracy Silveira, o Centro de Educação Infantil Fonteducart e o Colégio Cantinho do Saber.

7- Localiza-se uma unidade do SESI, onde possui ótima estrutura, tais como: piscina olímpica, academia e atividades voltadas para o lazer e

saúde dos moradores do bairro.

8- Em 1958, a Armcostaco inaugurou, no bairro, uma fábrica de produtos de aço para saneamento, construção viária e mineração, e uma indústria de produtos químicos e Panamericana.

9- Muitos nem sabem o motivo de uma passagem entre a Rua João Pessoa e a Rua Joana D’Arc se chamar “Beco do Chiqueiro”. Na verdade a passagem era um largo onde existia uma criação de porcos, herança do tempo em que toda a região era uma grande fazenda.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Bonsucesso

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Foto: Reprodução Instagram @dalmodias

Nosso rolé pela história da cidade chega hoje ao bairro de Bonsucesso, olha aí quanta curiosidade legal!

1- Origem do nome do bairro: Homenagem a D. Cecília Vieira de Bonsucesso, dona das terras do Engenho da Pedra que, em 1754, reformou a capela da região.

2- A área onde se integra o atual bairro, na época colonial estava no chamado Engenho da Pedra, cujas terras se estendiam até ao Porto de Inhaúma.

3- Ao final do século XIX, foi erguida uma capela em louvor a Nossa Senhora do Bonsucesso, num terreno alto da Rua Olga, doado por Adriano da Costa.

4- A partir da década de 1910, o Engenheiro Guilherme Maxwell, urbanizou e loteou enormes terrenos do Engenho da Pedra, criando um novo bairro: a “Cidade dos Aliados”, em homenagem aos países aliados contra a Alemanha da Primeira Guerra Mundial.

5- Surgiram assim, a Praça das Nações e as Avenidas Paris, Londres, Bruxelas, Roma e Nova Iorque.

6- Os marcos mais expressivos da Praça das Nações são o Chafariz e o Monumento aos Expedicionários da Segunda Guerra Mundial.

7- O bairro possui o maior hospital federal do país, o Hospital Geral de Bonsucesso (HGB).

8- Ainda no bairro está sediada a Primeira Igreja Batista em Bonsucesso, fundada em 1916, e considerada pela Convenção Batista Brasileira (CBB) como uma das igrejas batistas mais antigas do Brasil.

9- A primeira sala de cinema do bairro foi o Cine Paraíso, inaugurado em 1928 e que fechou suas portas na década de 1970.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985 e pela Lei No 2055 de 9 de dezembro de 1993, que delimita a RA e o Bairro do Complexo do Alemão e pela Lei N° 2119 de 19 de Janeiro de 1994 que cria o Bairro da Maré.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Andaraí

A história de hoje é sobre o bairro do Andaraí!

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Visão do Morro do Andaraí | Foto: Reprodução Instagram @lopenna

1- Origem do nome do bairro 1: Pode ter procedência no antigo nome do Rio Joana, que se chamava Andara Hy Açu ou Andirá y, da expressão indígena que significa “Rio Grande dos Morcegos”, ou simplesmente, “Rio dos Morcegos”.

2- Origem do nome do bairro 2: Outra possibilidade seria no Pico do Andaraí, cuja tradução do tupi para o português seria “empinado para cima”.

3- Inicialmente colonizado por padres jesuítas no século XVI para o cultivo de cana-de-açúcar, o antigo Andaraí era subdividido em Andaraí Grande e Andaraí Pequeno.

4- Já no século XIX, o termo “Andaraí Grande” foi abolido, dando origem aos bairros de Vila Isabel e Grajaú e ao sub-bairro de Aldeia Campista.

5- A partir de meados do século XIX, o bairro tornou-se industrial, com a instalação da primeira fábrica de tecidos do Rio de Janeiro: a Fábrica São Pedro de Alcântara de Tecidos de Algodão.

6- Ao lado da fábrica foi fundado o Hospital Militar do Andaraí Grande, onde atualmente é o Batalhão Zenóbio da Costa (1° Batalhão da Polícia do Exército).

7- É no bairro que se encontra o Núcleo Habitacional Solares da Torre, mais conhecido com “Tijolinho”.

8- Aonde funcionava a Companhia Hanseática e depois a Cervejaria Brahma até o final da década de 90, é a área do Supermercado Extra.

9- O antigo estádio do América Football Club, na Rua Barão de São Francisco, deu lugar, em 1996, ao Shopping Iguatemi, hoje Shopping Boulevard Rio.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Anchieta

Hoje conhecemos um pouco mais sobre a história do bairro de Anchieta.

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Foto: Fabiano Albergaria

1- Origem do nome do bairro: Homenagem ao padre jesuíta José de Anchieta.

2- O bairro foi fundado em 1° de outubro de 1896, juntamente com a construção da sua estação de trem, na qual se tornou ponto de referência da região.

3- As terras do atual bairro pertenciam ao Engenho Nossa Senhora de Nazaré e seu clima ameno fez D. Pedro II cogitar localizar nele um hospital para tuberculosos.

4- O Capitão Bento de Oliveira Braga era o senhor dessa propriedade, além do Engenho Novo da Piedade, herdado por sua família.

5- O bairro pertenceu ao Município de Nova Iguaçu até o início do século XX.

6- A ocupação inicial, junto à ferrovia, se expandiu com o aparecimento dos primeiros loteamentos, em 1916, e os projetos de arruamentos nos terrenos da família Luiz Borges.

7- Na região da Praça Itanhomi, havia, há séculos, um cemitério indígena de grande extensão, que deu origem aos nomes da maior parte das ruas da chamada “Vila Mariópolis”, como as Ruas Gerê, Aiacá, Jaruvá, Juarana, Cracituba, Aiuba e a Rua Juarana, via principal do bairro.

8- Um dos maiores assentamentos de “sem-tetos” do Rio de Janeiro foi realizado na região do bairro, com as comunidades Parque Esperança, Final Feliz e Parque Tiradentes.

9- Na década de 1940 e daí em diante até os anos de 1970, o restante do bairro foi loteado, fazendo surgir o Parque Anchieta, depois desmembrado do bairro.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Madureira

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A águia da Portela, um dos símbolos do bairro | Foto: Fabiano Albergaria

Nosso passeio histórico chega ao bairro de Madureira, um dos mais tradicionais da ZN e que carrega um importante peso cultural da região.

1- Origem do nome do bairro: Vem de Lourenço Madureira que, no século XIX, era lavrador e criador de gado em terras da antiga Fazenda do Campinho.

2- Suas terras pertenciam à freguesia de Nossa Senhora da Apresentação de Irajá, criada em 1647.

3- Em 1617, a área do atual bairro fazia parte da Fazenda do Campinho, e lá existia o Forte de Nossa Senhora da Glória do Campinho, construído em 1822 e desativado em 1831.

4- Destacava-se, no Vale do Rio das Pedras, o Engenho do Portela, de Miguel Gonçalves Portela, grande produtor de cana-de-açúcar, aguardente e rapadura.

5- Na virada do século XIX para o século XX, o bairro já tinha se tornado um importante eixo ferroviário com a inauguração das estações de Madureira (1890), e de Inharajá (1908), atual estação Mercadão de Madureira ou Magno.

6- Em 1958 com a inauguração do viaduto Negrão de Lima, foram interligadas as áreas do bairro separadas pelos ramais da linha férrea.

7- O bairro se consolidaria como centro comercial dos subúrbios com a construção do Mercado de Madureira (1914), que, durante boa parte do século XX, foi o maior centro de distribuição de alimentos da região. Após sofrer um incêndio, em 2000, o “Mercadão de Madureira” ressurgiu modernizado.

8- É uma referência significativa para a cultura carioca, não apenas no que se refere à música – abriga a escola de samba Império Serrano, fundada em 1947 – mas, também, ao futebol. O Madureira Atlético Clube, o “tricolor suburbano”, revelou grandes jogadores como Didi, Jair da Rosa Pinto, Evaristo, entre outros.

9- Hoje, conta com uma intensa área comercial nas Ruas Carvalho de Souza, Carolina Machado e Estrada do Portela, destacando-se shoppings como o “Tem Tudo”, Polo 1, o Shopping São Luiz e o moderno Madureira Shopping Rio.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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