Rio 450 – ZN na História – Praça da Bandeira

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Aproveitando esse dia chuvoso, nada melhor do que falar da Praça Bandeira… desculpem a ironia! Rs!

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A Praça da Bandeira e a obra que promete acabar com os alagamentos da região | Foto: Reprodução Instagram @marinhocristiano

1- Origem do nome do bairro: Na Praça deste bairro, em 19 de novembro de 1889, a atual Bandeira do Brasil foi hasteada pela primeira vez.

2- Em 1853, exatamente no local onde hoje está a Praça da Bandeira, foi construído o antigo Matadouro da Cidade.

3- Evoluindo em volta do matadouro público, a Praça, conhecida inicialmente como Largo do Matadouro, tornou-se o centro de gravidade para o adensamento das cercanias.

4- Foi urbanizada no início do século XX, após a transferência do Matadouro, em 1881, para Santa Cruz.

5- Outro fator que impulsionou a evolução do bairro foi a proximidade com os bairros do Estácio e Cidade Nova, dois bairros centrais que sofreram acentuada ocupação a partir da chegada de D. João VI.

6- A construção da Avenida Radial Oeste e do Trevo das Forças Armadas alterou a área nas décadas de 1960/1970.

7- A antiga estação de Lauro Muller foi inaugurada em 1907, quando a Central do Brasil modificou o leito da linha entre as estações Pedro II e São Cristovão. Atualmente, passou a denominar-se estacão Praça da Bandeira.

8- Suas avenidas possuem trânsito intenso e essa situação piora nos dias de temporais; a região é alvo de intensas enchentes, devido as encostas que a rodeia, como os morros da Tijuca.

9- Na sua periferia localiza-se a Rua Ceará onde se encontra o Bar Heavy Duty Beer Club, ponto de encontro de motociclistas, o Garage, casa de shows e ponto de reunião de roqueiros, e a Vila Mimosa, tradicional reduto do meretrício carioca.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

Rio 450 – ZN na História – Complexo do Alemão

paz no complexo

O Complexo do Alemão tem história. Tem passado. Como todos os outros bairros que figuraram nesta coluna, foi feita uma pesquisa para se coletar dados sobre a construção e estabelecimento deste espaço que hoje infelizmente aparece nos jornais apenas pela guerra diária.

Prestamos aqui nossa homenagem relembrando e respeitando o local através de sua história e torcemos para que uma nova trajetória seja escrita, sem violência. #PaznoAlemão

paz no complexo

1- Origem do nome do bairro: Homenagem a Leonard Kaczmarkiewicz, polonês refugiado da Primeira Guerra Mundial, que ficou conhecido pelo apelido de “Alemão”.

2- Antes da colonização portuguesa, as áreas próximas à região eram habitadas pelos índios Tamoios, que viviam às margens do Rio Timbó.

3- Muito após o extermínio dos Tamoios, os jesuítas se estabeleceram na região – já no século XVIII -, dando origem à Fazenda de Inhaúma e seus engenhos.

4- A ocupação da Serra da Misericórdia ocorreu no início do século XIX, com Francisco José Ferreira Rego.

5- Por ocasião de sua morte, os herdeiros venderam as terras para Joaquim Leandro da Motta, que, por sua vez, dividiu sua propriedade em grandes lotes.

6- Em 1928, Leonard Kaczmarkiewicz “Alemão” promoveu o primeiro loteamento de suas terras.

7- No dia 4 de dezembro de 2008, o presidente Lula visitou o Complexo do Alemão, em evento realizado num antigo depósito de gás abandonado, para o lançamento do Territórios da Paz , além de anunciar diversas outras obras de melhorias para a região.

8- Nesse bairro aconteceu a execução brutal do jornalista Tim Lopes, que teria sido uma vingança por sua reportagem “Feirão das Drogas”, que foi laureada com o Prêmio Esso de Jornalismo.

9- O bairro conta hoje com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) e virou atração turística com o Teleférico do Alemão, administrado pela Supervia.

10- Delimitado pela Lei N° 2.055, de 09 de dezembro de 1993, alterando os limites dos Bairros de Olaria, Ramos, Bonsucesso, Inhaúma e Higienópolis.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

Rio 450 anos – ZN na História – Engenho de Dentro

Foto: Parede Interna do Instituto Municipal Nise da Silveira (Hotel da Loucura)

Chegamos ao bairro histórico do Engenho de Dentro!

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Foto: Parede Interna do Instituto Municipal Nise da Silveira (Hotel da Loucura)

1- Origem do nome do bairro: A sua origem remonta à época colonial, quando suas terras eram um engenho de açúcar (engenho de dentro).

2- No século XVIII, a região pertenceu ao mestre de campo João Árias de Aguirre.

3- Com o desmembramento de suas terras, destacou-se a Chácara do Dr. Francisco Fernandes Padilha, que se estendia até o sopé da Serra dos

Pretos Forros.

4- Em 1908, uma fábrica de vidro existente na atual Rua Gustavo Riedel foi transformada em hospital de emergência e, mais tarde, tornou-se o Hospital Dom Pedro II, destinado aos doentes do antigo Hospício da Praia Vermelha.

5- Atualmente, o antigo “Hospital dos Alienados” abriga o Instituto Municipal Nise da Silveira.

6- O que deu impulso à ocupação do bairro foi a abertura da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, que trouxe para o bairro as grandes oficinas ferroviárias do Engenho de Dentro que, em 1881, eram consideradas as mais importantes da América Latina.

7- Em 1983, na área das oficinas, foi instalado o Museu do Trem, ou Centro de Preservação Histórica Ferroviária do Rio de Janeiro, com várias relíquias históricas, como a famosa locomotiva “Baronesa” que inaugurou a Estrada de Ferro Mauá.

8- A construção da Linha Amarela, entre 1994 e 1997, possibilitou a ligação dos subúrbios com a Barra da Tijuca e valorizou o bairro.

9- No bairro está situado o Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão).

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do DecretoNo 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Grajaú

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Foto: Reprodução Instagram @vakaojoawictor

1- Origem do nome do bairro: Homenagem a cidade de Grajaú, terra natal do engenheiro Antônio Eugênio Richard Júnior, que projetou e construiu o bairro, nascido no interior do Maranhão.

2- Inicialmente, o bairro pertencia a uma grande sesmaria doada aos padres jesuítas no século XVI e que foi destinada para o cultivo de cana-de-açúcar, sendo toda a região conhecida pelo nome de Andaraí Grande.

3- No final do século XIX, o termo Andaraí Grande veio a ser abolido, dando origem ao sub-bairro de Aldeia Campista e aos bairros de Vila Isabel e Grajaú em que a primeira rua aberta foi a Estrada do Andarahy, em 1875, hoje Rua Barão de Mesquita.

4-Ao contrário da maioria dos bairros do Rio de Janeiro, o Grajaú foi planejado e surgiu nas primeiras décadas do século XX, edificado sobre um vale, conhecido como Vale dos Elefantes, ao sopé do Maciço da Tijuca, próximo à Pedra do Andaraí.

5- Em 1918, o construtor italiano Francisco Tricárico, que havia se instalado no bairro, sendo fiel a uma promessa que fizera na Itália, quando estudante, construiu a capela de Nossa Senhora da Imaculada Conceição no quintal de casa, a qual tornou-se o centro da vida comunitária nos anos 20.

6- Em 1925, foi fundada a primeira sede do Grajaú Tênis Clube e, devido ao seu nome, o bairro veio a se tornar conhecido na cidade.

7- Na década de 1920, o grupo francês do Credit Foncier associou-se ao capitão de engenheiros Richard e sua companhia fez a urbanização de toda a região, abrindo as ruas do aprazível bairro, centralizado pela Praça Edmundo Rego.

8- Com a construção da igreja matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em 1931, a capela de Nossa Senhora da Imaculada Conceição passou a funcionar apenas em caráter particular.

9- Destaca-se no bairro, tradicionalmente residencial, o Parque Estadual do Grajaú, muito procurado por praticantes do montanhismo. O Parque tem 550.000 metros quadrados dos quais 30.000 são destinados ao lazer da comunidade.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Vila Isabel

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E saindo da Tijuca, nosso passeio histórico chega a Vila Isabel!

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Foto: Reprodução Instagram @lucardoso_fotografia

1- Origem do nome do bairro: Homenagem a Princesa Isabel.

2- Todas as terras do bairro eram da Fazenda do Macaco, limitada pelo Rio Joana, pelo Caminho do Cabuçu e pela Serra do Engenho Novo.

3- Dom Pedro I as presenteou à Imperatriz D. Amélia de Beauharnais, Duquesa de Bragança, sendo frequentes os passeios do casal ao local. Com a volta de Dom Pedro a Portugal, a fazenda ficou abandonada, sendo atingida pela epidemia de cólera morbus, em meados do século XIX.

4- O Barão João Batista de Viana Drummond, reconhecendo o potencial comercial da área, procurou o Ministro do Império, solicitando permissão para estabelecer uma linha de ferro-carril ligando a Fazenda do Macaco ao Centro da Cidade.

5- Em 1872, o Barão de Drummond comprou a fazenda e montou a “Companhia Arquitetônica de Villa Izabel” para a promoção de loteamento.

6- Entre 1873 e 1875, a Companhia Ferro-Carril de Vila Isabel estendeu as linhas de bonde para Vila Isabel, inicialmente de tração animal. Em 1909, foi inaugurada a Estação de Bondes de Vila

Isabel, já com tração elétrica.

7- Dotado de um Jardim Zoológico (nele foi criado, em 1884, o “Jogo do Bicho”), o bairro contava com os Clubes Vila Isabel F. C., Confiança Atlético Clube e, mais tarde, a atual Associação Atlética Vila Isabel. Na primeira metade do século XX, foram erguidos a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, o Convento da Ajuda e a Igreja de Santo Antônio de Lisboa.

8- Já no século XX, o bairro ganhou fama de vida boêmia e foi o lar dos compositores Noel Rosa, Orestes Barbosa, João de Barro (Braguinha), Almirante e muitos outros.

9- Em 1965, nas comemorações do IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro, o arquiteto Orlando Magdalena teve a ideia de decorar as calçadas do Boulevard 28 de Setembro com mosaicos portugueses desenhando partituras de músicas de grandes compositores da Música Popular Brasileira, o que foi aprovado pelo então governador do Estado da Guanabara, Francisco Negrão de Lima.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto No 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto No 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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