Agosto

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05/08 - SAMBA NA HOB

A HOB, hamburgueria artesanal, promove, no próximo domingo, dia 5, a HOB DE SAMBA.  O evento acontece na unidade da Tijuca, a partir das 16h, com roda de samba ao vivo e open bar da famosa batida de coco da casa até as 17h30. Indicada como uma das melhores hamburguerias do Rio, a HOB recepciona clientes e amigos com seus hambúrgueres especiais, cerveja gelada e batida de coco e maracujá. Entrada franca.

HOB DE SAMBA:

A partir das 16h

Rua Mariz e Barros, nº184

HOB Hamburgueria

Tijuca: Rua Mariz e Barros, n° 184. Tel:  3624-9903. De terça a quinta de 12h às 22h, sexta de 12h às 23h, sábado de 17h às 23h e domingo de 17h às 22h. 30 lugares. CC: Mastercard, Visa, Sodexo e ELO. Cd: Mastercard, Visa e ELO. Refeição: ALELO.

Obs: vale ressaltar que a Hob, uma Hamburgueria nova e ainda pequena, ganhou 3ª melhor no prêmio Comer & Beber desse ano, da Revista Veja Rio!


 

Até 30/08 - Exposição fotográfica “Entre Maré e o Alemão” retrata potência do universo cultural dessas comunidades

Foto: Francisco Valdean

Foto: Francisco Valdean - Menino soltando pipa na praça do Conhecimento, uma construção do do PAC na favela Nova Brasília, Conjunto de Favelas do Alemão, Rio de Janeiro.

Mostra, em cartaz no Sesc Ramos até 30 de agosto, traz relatos visuais do cotidiano de fotógrafos das duas comunidades da Zona Norte do Rio. Encontros, em julho e agosto, debatem o fazer fotográfico na região

O Sesc Ramos recebe, até o dia 30 de agosto, a exposição “Entre Maré e Alemão – Relatos Visuais do Cotidiano”. Com curadoria de Francisco Valdean, a mostra reúne a poética de fotógrafos e fotógrafas moradores dessas duas comunidades da Zona Norte do Rio de Janeiro. Os autores - Betinho Casas Novas, Bira Carvalho, Bruno Itan, Joseane Santana, Márcia Farias, Monara Barreto, Rodrigues Moura, Rosilene Miliotti e Veri – vg, além do próprio Valdean - dedicam-se à documentação fotográfica da potência do universo cultural das regiões ondem moram, fugindo de estereótipos. 

Dentro da programação da mostra, no dia 26 de julho, às 17h, será realizado o encontro “A imagem fotográfica do Complexo do Alemão”, com os fotógrafos moradores dessa comunidade. Já no dia 9 de agosto, o tema é “A imagem fotográfica do Complexo da Maré”, em que os fotógrafos dessa comunidade discutem as especificidades da região. Já no dia 30 de agosto, um encontro de encerramento reúne todos os fotógrafos e fotógrafas para uma roda de conversa onde serão abordadas “A favela nas narrativas fotográficas e musicais”.

Maiores conjuntos de favelas da cidade do Rio de Janeiro, os vizinhos Maré e Alemão guardam semelhanças que se refletem na seleção de 18 imagens que contam sobre a vida cultural, religiosa e cotidiana dessas localidades na última década. “Em geral, as regiões faveladas são representadas pelos estereótipos da pobreza ou da violência, mas nessa mostra fotográfica propomos uma rota diferente: apresentamos ao espectador uma favela pulsante e afetuosa. Buscamos uma experiência visual onde a documentação da vida cotidiana é o foco narrativo. As cenas representadas são de uma favela que brinca de bola, solta pipa, pula carnaval, assiste a jogos de futebol no meio da rua ou em bares. Uma favela que circula em transportes alternativos, uma favela artística e também profundamente religiosa”, afirma o curador Francisco Valdean.

 

 

EXPOSIÇÃO ENTRE MARÉ E ALEMÃO – Relatos Visuais do Cotidiano

Até 30 de agosto | 3ª a domingo, das 9h às 18h | Livre | Grátis

Sesc Ramos - R. Teixeira Franco, 38 - Ramos, Rio de Janeiro - RJ, 21060-130

Telefone: (21) 2290-4003

 

Encontros com fotógrafos

Horário: 17h às 19h

Local: Sala de vídeo – Sesc Ramos

Gratuito

Classificação livre

 

26 de julho - A imagem fotográfica do Complexo do Alemão

Um encontro no formato de roda para debater a fotografia produzida no Complexo do Alemão através da produção de fotógrafos moradores. Participantes: Betinho Casas Novas, Bruno Itan, Monara Barreto e Josiane Santana.

Fotógrafo mediador: veri vg

 

9 de agosto -  A imagem fotográfica do Complexo da Maré

Um encontro no formato de roda para debater o tema da fotografia produzida no Complexo da Maré através da produção fotográfica de fotógrafos (as) moradores. Participantes: Francisco Valdean, Bira Carvalho, Marcia Farias, Rosilene Miliotti e veri vg.

Fotógrafa mediadora: Márcia Farias

 

30 de agosto - A favela nas narrativas fotográficas e musicais

Um encontro de encerramento onde todos os fotógrafos e fotógrafas serão convidados para uma roda de conversa onde serão abordadas as paisagens fotográficas e musicais. Participantes: Francisco Valdean, Bira Carvalho e Rodrigues Moura.

Fotógrafa mediadora: Márcia Farias

 

Sobre os fotógrafos:

 

Bira Carvalho

Fotógrafo formado pela Escola de Fotógrafos Populares e coordenador do projeto Imagens do Povo/ Observatório de Favelas. É formado em áudio e vídeo pela Escola de Comunicação Crítica do Observatório de Favelas. É formado em mediação de conflito pela Fundação Getúlio Vargas, morador da Maré há 43 anos. Bira é uma liderança comunitária no Complexo de favelas da Maré.

 

Francisco Valdean

Fotógrafo e coordenador do projeto Imagens do Povo / Observatório de Favelas. Mestre em Ciências Sociais pelo programa de pós-Gradução PPCIS-UERJ. É fotógrafo formado na Escola de Fotógrafos Populares. Como fotógrafo participou das coletivas “Olhar Cúmplice”, na Caixa Cultural RJ, e “Esporte na favela”, no CCBB-RJ, em 2007 (ambas exposições exibidas no Palácio do Planalto); Sonhos Velados, Casa de Cultura Laura Alvim – RJ, em 2009; Em 2010 expôs no Parque Lage do Rio de Janeiro dentro da programação do evento “Verão da Cultura Urgente”, com a coletiva “Periferia.com”; Em 2012 participou da mostra fotográfica Suburbana na galeria Pretos Novos; 2013 participa da mostra fotográfica “The art of celebrating” na galeria Arto na cidade de Saint-Jean-sur-Richelieu, Quebec, Canadá. Em 2015 exibiu seu trabalho em mostra da Universidade de Stanford, USA. Como curador realizou as seguintes exposições fotográficas: No Centro Cultural Sergio Porto “Desde Junho na Ruas do Rio”, 2014. Na galeria 535 do Observatório de Favelas – Maré realizou a exposições fotográfica “XINGU: escritas visuais de Marcia farias”.

 

Betinho Casas Novas

 

Palestrante e fotógrafo há 10 anos, formado em 2008 em reportagem fotográfica. Atualmente é fotojornalista especialista em coberturas de operações militares e conflitos urbanos pelo jornal Voz das Comunidades no Rio de Janeiro. Betinho teve imagens publicadas em grandes jornais do mundo como: The New York Times, Revista Times, The Guardian, El Pais e The Idependent, além de ser pauta no documentário COMPLEXO da Rede Globo no RJ. Trabalhou com Caco Barcelos no Profissão Repórter em São Paulo e é amante e fanático pela fotografia, faz oficinas fotográficas para crianças na comunidade do Alemão, para driblar a violência em seu bairro.

 

Márcia Farias

Fotógrafa formada pela Escola de Fotógrafos Populares em 2009. Trabalhou como fotógrafa e responsável pela indexação, tratamento e arquivo de imagens da instituição Viva Rio de 2009 a 2011. Participou das exposições coletivas: A Maré do seu Tom (2007), Caçadores de Sonhos (2009), Viva Favela 10 Anos (2011). Ministrou aulas de fotografias para o projeto Wikmapas e Curta Favela em 2010. Fez assistência para o fotógrafo Thiago Barros.

 

Rodrigues Moura

Repórter fotográfico, formou-se pela Escola de Fotógrafos Populares em 2006 e pelo Curso de Formação de Educadores em Fotografia em 2010. Atuou no fotojornalismo pela ONG VivaRio (VivaFavela). Atualmente desenvolve um trabalho de documentação fotográfica sobre o meio ambiente. Participou de exposições como: “Por Dentro da Favela”, no Centro Cultural Light, RJ, em 2003; “Rio de Olhos Aberto”, no Centro Cultural dos Correios, RJ, em 2005; “Eco Favela”, itinerante pelas unidades do SESC RJ, em 2005; “Moro na Favela”, exposição itinerante nas comunidades do Rio, em 2006.

Veri – vg

Fotógrafo formado pela Escola de Fotógrafos Populares em 2009, participou também do Curso de Formação de Educadores em Fotografia, em 2010, e do curso de Capacitação Fotografia Arte e Mercado, em 2013, ambos do Programa Imagens do Povo. Foi aluno da primeira turma da ESPOCC (Escola de Comunicação Crítica) no curso de produção de texto realizada pelo Observatório de Favelas, em 2005. Trabalhou na revista “Conexões Urbanas”, do grupo Afroreggae, em 2006; revista “Tangolomango”diversidade cultural, em 2007, e no projeto do Livro “Light nas Comunidades” projeto do Observatório de Favelas/Light, em 2008. É formado pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro, em direção cinematográfica. Trabalhou na direção do curta metragem “Maria Maré”, projeto do Observatório de Favelas/Canal Futura. Realizou trabalhos fotográficos para Observatório de Favelas, REDES, Rio+20, TEDxMARE, Rio Festival Gay de Cinema, Rio Parada Funk, FLUPP, CREA RJ,

Festival Internacional de Circo, Museu de Favelas, Viva Favela e Travessias. Participou das seguintes exposições fotográficas Na Teia da Memória, 2013; Folia de Imagens, 2014, e Travessias – Arte Contemporânea na Maré, 2014.

 

Rosilene Miliotti

Fotógrafa formada pela Escola Fotógrafos Populares, em 2007. Cursou a Escola Popular de Comunicação Crítica (ESPOCC), realizada pelo Observatório de Favelas, em 2005. Formada em Comunicação Social/Jornalismo, cursa pós-graduação em Gerenciamento de Mídias Digitais. Em 2009 estagiou em comunicação no Observatório de Favelas e atualmente trabalha como jornalista na Redes de Desenvolvimento da Maré. Desenvolve projetos de assessoria de imprensa e na área de mídias digitais.

 


Até 17/08 - Exposição no Sesc Tijuca homenageia patrono da literatura de cordel

Leandro Gomes de Barros

Ministro da Cultura Sergio Sá Leitão participará da abertura da mostra e será condecorado com a medalha Leandro Gomes de Barros. Evento marca inauguração da Cordelteca do Sesc Tijuca e contará com show de Junu, da Terreirada Cearense. Cantor Moraes Moreira e o poeta Mestre Egídio estão entre as presenças confirmadas

O Sesc Tijuca abre nesta sexta-feira (15/6), às 18h, a exposição “Cordel e Cantadores - Brasil, a República do Cordel”, em evento que integra as celebrações pelos100 anos de falecimento do poeta Leandro Gomes de Barros (1865-1918), considerado um dos patronos da literatura de cordel, sendo o primeiro a montar uma estratégia de distribuição nacional. A cerimônia de abertura contará com a presença do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, que receberá do presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), Gonçalo Ferreira da Silva, a medalha Leandro Gomes de Barros, maior honraria da academia.

A mostra apresenta a história do cordel e da arte de xilogravura, dois importantes destaques da cultura nordestina. O público terá acesso a uma coleção com cordéis de Leandro Gomes de Barros, obras que até os dias de hoje são reeditados e estão entre as mais vendidas em todo o território nacional. Também estará em exibição uma coleção de cordéis comemorativos do Centenário de Juazeiro do Norte (2011), município fundado por Padre Cícero, um dos maiores incentivadores do cordel e das expressões culturais e artísticas nordestinas. Estampas obtidas através da xilogravura para capas e ilustrações de cordéis, assim como xilogravuras em alto relevo sobre madeira, também estão entre os destaques da exposição.

Os itens estarão expostos em ambiente que levará os visitantes a uma viagem ao nordeste. Um boneco com a imagem de Leandro Gomes de Barros, confeccionado pelo artista plástico Pedro Ferreira, dará as boas-vindas aos visitantes. Uma barraca de praça, onde tradicionalmente os cordéis são vendidos em cidades do nordeste e em feiras típicas do sudeste, compõe a ambientação da exposição, que contará ainda com imagens de Padre Cícero em borracha reciclada, uma alusão ao engajamento do sacerdote cearense às causas ambientais.

Um item da exposição chama a atenção para a condição do cordelista imigrante em tempos de censura: uma maleta de cordéis em que os artistas levavam suas obras para comercializar nas praças no sudeste do Brasil. A peça lembra os cordelistas que foram perseguidos pela polícia sob a acusação de escrever sobre temas de liberdade social e igualdade ente os povos.

 

CORDELTECA DO SESC TIJUCA – A abertura da exposição marca também a inauguração da Cordelteca do Sesc Tijuca, que ganhou o nome do presidente da ABLC: Gonçalo Ferreira da Silva. Trata-se da 27ª cordelteca chancelada pela academia no país – a 4ª no estado do Rio. O espaço, que fica dentro da biblioteca da unidade, é inaugurado em um momento importante para essa manifestação artística: a literatura de cordel está prestes a ser reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como Patrimônio Imaterial Brasileiro. Para celebrar a abertura da exposição e da cordelteca, o cantor Junu, idealizador da festa e do bloco Terreirada Cearense, apresenta show com seu repertório de canções com ritmos nordestinos, como baião, xaxado, samba, xote, ciranda, marcha, cabaçal e coco. Haverá também apresentação de cordelistas do Rio e de São Paulo. Entre as personalidades ilustres que confirmaram presença no evento estão o cantor e compositor Moraes Moreira e o poeta Mestre Egídio, de Juazeiro do Norte.

 

NORDESTE É AQUI – A exposição “Cordel e Cantadores - Brasil, a República do Cordel” fica em exibição no Sesc Tijuca até o dia 17 de agosto. Depois, parte para o Sesc Campos, no norte do estado, onde fica entre 5 de setembro e 31 de outubro. O Sesc Nova Iguaçu recebe a mostra de 10 de novembro a 30 de dezembro. A exposição compõe o projeto O Nordeste é Aqui no Sesc RJ, cujo objetivo é preservar as tradições nordestinas e refletir sobre sua importância para o Rio de Janeiro e o restante do país. Além de exposições, a iniciativa conta com uma programação com cursos, oficinas, debates, shows e outras atividades alusivas à cultura nordestina. A programação completa, que se estende até dezembro, pode ser consultada em www.nordesteaquisescrj.com.br.   

 

Abertura da exposição “Cordel e Cantadores - Brasil, a República do Cordel”

Abertura da Cordelteca Gonçalo Ferreira da Silva

Dia 15/6/2018 – 18h

Sesc Tijuca: R. Barão de Mesquita, 539

Entrada franca

Visitação à exposição: Terça a sexta-feira (das 9h às 21h) e sábados, domingos e feriados (das 9h30 às 17h30). Até 17 de agosto.

Funcionamento da cordelteca: Terça a sexta-feira (das 12h às 20h30) e sábados (das 9h às 18h)


 

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