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Jeans e cor

Jeans e cor

O cantor Bronze passou pelo Méier pra conferir a programação cultural do bairro e apostou na combinação infalível de jaqueta jeans + jeans color. Um look básico que sai do comum!

Bronze_Leão Etíope do Méier_Mohandas_Qinho_Zona Norte Etc_Foto Fabiano Albergaria-4

Foto: Fabiano Albergaria

Já virou febre!

Já virou febre!

A sandália slide foi a aposta da Carolinne Carneiro para curtir a festa. O modelo, que virou febre nos pés da galera com os mais variados estilos, provou que pode ser a escolha ideal para qualquer hora, seja na praia ou na night. Afinal, conforto é fundamental!

Carolinne Carneiro_Zona Norte Etc_Yolo Love Party_2_Foto Fabiano Albergaria

Foto: Fabiano Albergaria

Cor e atitude

Cor e atitude

A Valeska Tavares apostou nas cores pra curtir a noite e arrasou nas estampas. Pra fechar, acessórios geométricos e muita, muita atitude.

Linda!

Valeska Tavares da Silva_Zona Norte Etc_Yolo Love Party_2_Foto Fabiano Albergaria

Foto: Fabiano Albergaria

Valeska Tavares da Silva_Zona Norte Etc_Yolo Love Party_3_Foto Fabiano Albergaria

Foto: Fabiano Albergaria

Batalha do Real lança álbum em noite especial com Rashid e outros convidados

Batalha do Real

Batalha do Real lança álbum em noite especial com Rashid e outros convidados

Batalha do Real

Lívia Cruz, Funkeiro, 3Preto, Sant, Coé e outros grandes nomes se reúnem para um verdadeiro festival de rap

Duas caixas de som, uma mesa e muita rima: há 14 anos atrás os organizadores da Tradicional Batalha do Real iniciavam um capítulo divisor de águas para a cultura hiphop carioca. Graças à Batalha, nomes hoje nacionalmente conhecidos ganharam visibilidade e lançaram carreiras de sucesso. Em 2016 veio a grande comemoração: uma temporada especialíssima de retorno, após dois anos de férias, circulando todas as regiões da cidade do Rio de Janeiro, passando pelo Meier, Jacarepaguá, Penha, Madureira e, claro, a Lapa. Um ano e 47 batalhas depois, a Brutal Crew volta a ocupar o Imperator, no Meier, para lançar o disco ’Batalha do Real Representa’ com os MC’s da temporada 2016 e as participações ilustres de Lívia Cruz, 3Preto, Inumanos e Funkero, nomes históricos para o hiphop nacional.

Com uma pegada de festival de rap, a Brutal Crew convida Rashid, que apresenta o show “A coragem da luz”. O rapper paulista apresenta o show do primeiro álbum da carreira, o elogiado “A Coragem da Luz”. Acompanhado por DJ Mr Brown e Godô (backing vocal), Rashid mostra um repertório composto de sonoridades diversas e outros gêneros incorporados ao rap. O show conta com as músicas do álbum e com os principais sucessos da carreira do rapper, como “Patrão”, “Gratidão” e as novas “Bilhete 2.0” e “Primeira Diss”. Outro show completo será o da ‘BdR Gang’ – nome dado à união dos MC’s integrantes do disco. O álbum foi construído com as batidas (beats) originais criados especialmente para a Batalha do Real por três beatmakers sob curadoria do DJ Babz: DJ Machintal, pesquisador dono de um acervo invejável de música brasileira e muito groove; Mr Break, que é rapper e produtor com uma coleção de ótimas colaborações e lançamentos próprios; e Goribeatzz, beatmaker que mistura boom bap com outros beats. Além dos shows completos, vários convidados marcarão presença no palco como Sant, Coé, Funkero, Pablo Morais, Pedro Ratão, Indigesto, Thiago Anezzi, DJ Fábio Broa, DJ Saddam e DJ Negralha.

Mantendo a tradição, o encontro também terá uma batalha, porém num formato especial: 16 MC’s vão disputar 4 vagas para batalhar com Thay Flow (Vencedora da BdR 1ª edição da pré-temporada 2017), Ruiva (BdR Gang), JP (Vencedor da BdR 2ª edição da pré-temporada 2017) e o campeão da Roda do Meier na semana do evento. A triagem ocorrerá na área externa do Imperator às 16:30, à capella, com inscrições no dia do evento para 8 vagas ao público – as outras 8 serão por indicação das rodas de rima do Rio, mantendo a tradição da Batalha do Real.

SERVIÇO
Batalha do Real Representa + Rashid
Quinta-feira, 1/06 19h
Imperator
Rua Dias da Cruz, 170 – Meier
Rio de Janeiro, RJ

Documentário “Armanda” conta a história da ”Montessori brasileira”

Armanda Documentário

Documentário Armanda conta a história da ''Montessori brasileira''

Armanda-Alvaro-Alberto

Armanda Alvaro Alberto

O pré-lançamento acontece dia 31 de maio no encerramento da 3ª edição do Festival Mate Com Angu de Cinema Popular

O ano é 1921, a personagem: uma mulher educadora muito a frente de seu tempo, Armanda Álvaro Alberto, filha do médico-sanitarista Álvaro Alberto e membro da elite carioca intelectual da época que escolheu a periferia para viver. A história da ''Montessori brasileira'', como foi carinhosamente reconhecida, e fundadora da União Feminina do Brasil uniu a produtora Dunas Filmes e a professora Liliane Leroux, que coordena o Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas (NuVISU) da UERJ, em alguns encontros que geraram o documentário. O pré-lançamento acontece durante a 3ª edição do Festival Mate Com Angu de Cinema Popular, no dia 31 de maio, às 20h. O evento é aberto ao público, na Lira de Ouro, que fica na Rua José Veríssimo n° 72, no Centro de Caxias/RJ.

''Armanda'' traz à tona um pouco mais sobre uma das precursoras do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, proposta de renovar a escola tradicional e a aplicação da verdadeira função social da escola. O documento é a favor dos direitos dos cidadãos brasileiros levantando pontos essenciais como educação pública, escola única, a laicidade, gratuidade e obrigatoriedade da educação. Criou em Duque de Caxias a Escola Proletária de Meriti que, posteriormente, se transformou na Escola Regional de Meriti, para atender uma comunidade rural carente e constantemente às margens de qualquer política pública de educação ou saúde. Influenciada pelas ideias de Maria Montessori, onde a criança é o centro do método e o professor tem o papel de acompanhador do processo de aprendizado - guia, aconselha, mas não dita e nem impõe o que vai ser aprendido pela criança - faz história não apenas criando o primeiro colégio a servir refeição para os alunos no Brasil, mas também, transformando o ambiente escolar em um laboratório educacional. Os estudantes passaram a ficar na escola em horário integral, a participar do cultivo de hortas e até mesmo da criação de pequenos animais. Presa política no governo de Vargas, dividiu ainda a famosa ‘cela 4’ com Nise da Silveira e Olga Benário cuja filha, Anita Leocádia Prestes, marca presença no filme falando um pouco sobre a relação de Armanda com sua mãe e as demais companheiras na prisão. Ana Chrystina Mignot e outros importantes pesquisadores da área também dão seus depoimentos no média-metragem.

Ao todo a produção contou com um ano de pesquisa e outros quatro para finalização, que teve início em 2013. As filmagens aconteceram de 2014 a 2015 e em 2016 a equipe se dedicou à edição. Para o diretor, Rodrigo Dutra, é importante não perder o elo de ligação da história dela com a que se mistura com a própria história da cidade. A personagem foi responsável pela escola que ficou conhecida como ''Mate com Angu'', termo anteriormente atribuído pejorativamente aos próprios alunos retratando todo o preconceito e hostilidade com as camadas mais populares da sociedade já naquela época. ''Hoje a escola é considerada um dos símbolos mais importantes de resistência e memória cultural da cidade, prova viva disso é que o velho apelido da escola batiza um dos mais conhecidos grupos culturais da Baixada Fluminense, o Cineclube Mate com Angu, que reúne cineastas e produtores culturais da região passando a ressignificar o termo antes hostil para, agora, sinal de orgulho do próprio lugar'', conclui o cineasta, que dirigiu o filme com Liliane Leroux e Flávio Machado. Atualmente o colégio se chama Escola Municipal Doutor Álvaro Alberto, em homenagem ao pai da educadora.

O Mate Com Angu de Cinema Popular contará com projeções de filmes em praça pública e em espaços culturais, debates, exposições, mostra competitiva de curtas, mostra panorâmica de longas, entrega do Trofeu Angu de Ouro aos homenageados e o concurso de vídeos Baixada 1 Minuto, em que moradores da região concorrem a prêmios em dinheiro. O Festival teve sua primeira edição em 2014 e dentre outras coisas contou com a presença do cineasta Nelson Pereira dos Santos. Já na segunda edição, um dos destaques foi a exibição do badalado filme Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, única vez exibido na Baixada. A programação inteira dessa terceira edição você confere aqui.

 

A luta pela preservação do patrimônio e memória da cidade

Desde 2012 há um embate a respeito da construção do shopping Central Park, no centro de Duque de Caxias, bem ao lado da escola. Por um lado empresários e setores interessados na viabilização do empreendimento alegam que não há riscos para a estrutura do colégio ou mesmo impedimentos legais e, do outro, instituições e grande parte da sociedade civil que, além de não concordarem com a obra, confirmaram rachaduras nos muros e na quadra da Escola Municipal Álvaro Alberto após o corte de mais de 160 árvores centenárias no entorno do terreno - com risco de demolição. O Ministério Público estadual propôs uma ação civil pública à Justiça e, temporariamente, estão suspensas as obras do empreendimento desde a última gestão da Prefeitura. No entanto, com a nova administração municipal, a ideia da retomada do polêmico projeto está sendo novamente levada em consideração. 

Ficha Técnica:

Direção

Liliane Leroux

Rodrigo Dutra

Direção de Fotografia

Flávio Machado

Roteiro

Flávio Machado

Liliane Leroux

Rodrigo Dutra

Câmeras

Flávio Machado

Rodrigo Dutra

Som Direto

Lúcia Marapodi

Trilha Sonora

Mauricio Galo

Realização

Nuvisu (Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas)/UERJ-FEBF

Produção

Dunas Filmes

Patrocínio

Faperj

Apoio

UERJ-FEBF