ZN na História – Cocotá

cocota @ilhadogoverbador
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Foto: @ilhadogovernador

1- Origem do nome do bairro: O nome indígena, COG-ETÁ ou COG-ATÁ, ou seja, “roças”, refere-se aos cultivos feitos pelos primeiros habitantes da Ilha do Governador.

2- A região era conhecida como Praia da Olaria, devido na segunda metade do século XIX, haver produção de artefatos de cerâmica para a construção civil na região.

3- O bonde começou a circular em 1922, e existe ainda a Estação de Bondes Santa Cruz, hoje com outro uso.

4- Destaca-se na história o espanhol Ramon Rodriguez Y Rodriguez que veio para o bairro no final do século XIX e construiu a primeira empresa da Ilha do Governador, uma fábrica de cal (caieira), onde hoje está o Edifício “Sobre as Ondas”.

5- No bairro ficam o Centro Cultural Euclides da Cunha, o Fórum da Ilha do Governador e a Igreja de São Sebastião.

6- O antigo Saco e Praia da Olaria foram aterrados, para a implantação do Parque Poeta Manuel Bandeira, inaugurado em 19 de abril de 1978.

7- Outro destaque é o Esporte Clube Cocotá, inaugurado em 3 de dezembro de 1922, em um terreno de 11.500 m², entre as Ruas Graná e Moravia.

8- No limite entre esse bairro e o da Cacuia, fica o Hospital Municipal Paulino Werneck, inaugurado em 1935, com o nome “dispensário”, para tratamento de tuberculosos. Atualmente funciona como emergência e maternidade.

9- A mais recente grande obra beneficiando o bairro foi a construção do novo Terminal Hidroviário do Cocotá, inaugurado no dia 16 de novembro de 2006.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985.

 

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

Rio 450 – ZN na História – Pavuna

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Nossa coluna ZN na História chega hoje à Pavuna!

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Registro da Feirinha da Pavuna | Foto: Reprodução Instagram @rioalem

1- Origem do nome do bairro: Vem do indígena PABUNA ou YPABUNA – “lugar ou região escura, sombria, tudo negro’’.

2- No século XVI, os franceses registravam aldeias de índios tupis em seus mapas, e uma delas, a aldeia de “UPABUNA”, estaria às margens do referido Rio Pavuna.

3- Nessa região se instalaram engenhos de produção de açúcar e registrava-se a existência, no século XVIII, da Fazenda Nossa Senhora da Conceição da Pavuna, pertencente à família Tavares Guerra, cuja capela data de 1788.

4- No final do reinado de Dom Pedro I, foi construído o Canal da Pavuna, por influência do ministro José Inácio Burles.

5- Em 1833, o bairro se localizava dividido pelo rio de mesmo nome, cada lado pertencendo a uma freguesia da cidade: a do lado sul, à freguesia Irajá, e a do lado norte, à freguesia de São João de Meriti.

6- Houve na época uma disputa com Nova Iguaçu, que requeria as terras de ambas as margens do Rio Pavuna, mas o Rio de Janeiro ganhou, fixando-se então o limite no divisor histórico das freguesias, o referido Rio Pavuna.

7- Nas terras do antigo Engenho Nossa Senhora da Conceição, entre as décadas de 1940 e 1950, foi feito o loteamento da “Vila Dom Pedro II”

8- Na década de 1970, grande conjunto habitacional foi erguido, denominado de “Nova Pavuna”. Posteriormente, foi implantado o conjunto “Vilage Pavuna”.

9- O Centro Comercial do bairro é interligado com o vizinho de São João de Meriti e, entre a Linha Verde, a Rodovia Presidente Dutra e o Canal da Puvuna, fica a Zona Industrial da Pavuna.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985 e pela Lei N° 1.787 de 23 de abril de 1999 que cria o bairro Parque Colúmbia.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 anos – ZN na História – Del Castilho

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Hoje falamos sobre o bairro de Del Castilho. E para quem quiser conhecer pessoalmente o professor Robson Letiere, a exposição das bandeiras e todas as informações do livro Rio Bairros estarão pelo Méier até domingo. É só passar por lá para conferir esse trabalho incrível de pesquisa!

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Foto: Reprodução Instagram @orioquenaosemostra

1- Origem do nome do bairro: Homenagem ao engenheiro da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, Manoel Maria Del Castilho, amigo de Paulo de Frontim.

2- A região pertencia à freguesia de Inhaúma e era atravessada pela Estrada Real de Santa Cruz, atual Dom Helder Câmara, e se chamava
Venda Grande.

3- No final do século XVIII, a área fazia parte da imensa propriedade rural da fazenda do Capão do Bispo, do Primeiro Bispo do Rio de Janeiro, Dom José Joaquim Castelo Branco.

4- Com a construção da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, depois Linha Auxiliar, foi implantada a estação de Del Castilho.

5- A Estrada de Ferro Rio D’Ouro também tinha uma estação que se chamava Liberdade e depois foi rebatizada de Del Castilho. Existiam, portanto, duas estações ferroviárias Del Castilho.

6- Na década de 1940, no governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, foram construídos grandes conjuntos habitacionais no bairro.

7- Em 1824, foi instalada a grande fábrica da Companhia Nacional de Tecidos Nova América, uma das maiores e mais tradicionais fábricas do país.

8- Esta fábrica, de capital inglês, muito contribuiu para a formação deste bairro, possuindo até hoje entre seus moradores descendentes de imigrantes ingleses e de outros países europeus, que não os portugueses.

9- Em 1991, suas instalações foram desativadas e em seu lugar foi instalado, em 1995, o Shopping Center Nova América que preservou a
arquitetura original da fábrica, estilo inglês do início do século.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 – ZN na História – Engenho Novo

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Registro do bairro do Engenho Novo nos anos 80 | Reprodução Instagram @joseroberto1109

1- Origem do nome do bairro: O nome tem origem no Engenho Novo dos Jesuítas, construído em 1707.

2- A capela destinada a São Miguel e a Nossa Senhora da Conceição foi construída pelos jesuítas, em 1720, junto à residência-sede, onde hoje fica a Praça da Imaculada Conceição e seu Santuário.

3- Com a expulsão dos jesuítas do Brasil, o Engenho Novo foi posto em leilão e passou a ser propriedade do Capitão de Milícias José Paulo da Mata Duque Estrada, que mudou seu nome para “Quinta dos Duques”.

4- Um dos mais ilustres moradores do bairro era o Ministro Conselheiro Couto Ferraz, o Barão do Bom Retiro.

5- Pode-se destacar a Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Correia, cuja paróquia foi fundada em 1933 e deu nome a um sub-bairro, o da Consolação, embora hoje em dia seja, praticamente, esquecido pela população.

6- Outro destaque é o antigo Cine Santa Alice, que funcionou até 1982, e tem seu prédio preservado pelo Patrimônio Cultural da Prefeitura do Rio de Janeiro.

7- Com a abertura, em 1858, da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, foi inaugurada a estação do Engenho Novo, que foi
muito importante para a ocupação do bairro.

8- No bairro localiza-se uma unidade do tradicional estabelecimento de ensino carioca: o Colégio Pedro II.

9- Localizam-se também o 81° Grupo Escoteiro Caetés, o Vitória Tênis Clube e o Centro Universitário Celso Lisboa.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985 e pela Lei Complementar Nº 17 de 29 de julho de 1992 que cria a R.A. do Jacarezinho.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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Rio 450 – ZN na História – Oswaldo Cruz

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Registro da Feira das Yabás, evento tradicional do bairro | Foto: Reprodução Instagram @felipebpacheco

Nossa coluna ZN na História chega hoje a Oswaldo Cruz! E como o bairro tem história!

1- Origem do nome do bairro: Homenagem ao grande sanitarista que erradicou a febre amarela no Rio de Janeiro e implantou o Instituto em
Manguinhos.

2- A área do atual bairro fazia parte da Fazenda do Campinho, atravessada pelo Rio das Pedras, até as Serras do Engenho do Portela.

3- Com a implantação da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, foi fundada, em 1898, a estação de Rio das Pedras, atual Oswaldo Cruz.

4- O bairro cresceu ao longo das Ruas João Vicente e Carolina Machado, com casario simples, comércio local modesto e vielas que só seriam
reconhecidas como logradouros em 1917.

5- A tradição do bairro está ligada ao samba, à Escola de Samba Portela e aos seus grandes compositores.

6- A Portela foi fundada em 1923, a partir da união dos blocos “Baianinhas de Oswaldo Cruz” e “Quem Fala de Nós Come Mosca”, depois “Quem Faz é o Capricho” e “Vai Como Pode”, até, em 1935, se tornar o G.R.E.S. Portela.

7- Com quadra localizada na Rua Clara Nunes, a Portela é a escola recordista de títulos do carnaval carioca, totalizando 21 vitórias.

8- Destaca-se na história do bairro e do samba carioca a personalidade de Paulo Benjamim de Oliveira, o mestre Paulo da Portela, “Cidadão Samba”, que é homenageado na praça que leva o seu nome e na estátua erguida em 1956.

9- Próximo fica a “Portelinha”, a primeira sede da escola Portela, época em que o bairro já era famoso reduto do samba, vocação mantida até os dias de hoje, com pares promovendo “rodas de samba” e pagodes.

10- A denominação, delimitação e codificação do Bairro foi estabelecida pelo Decreto Nº 3158, de 23 de julho de 1981 com alterações do Decreto Nº 5280, de 23 de agosto de 1985.

Fonte: Livro “Rio Bairros” de Robson Letiere

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