Minuto de Silêncio leva podcast para o palco do Tijuca Tênis Clube

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Minuto de Silêncio leva podcast para o palco do Tijuca Tênis Clube

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Foto: Fabiano Albergaria

Quebrando a barreira da internet, programa de humor online se aproxima de ouvintes com gravação ao vivo

O Minuto de Silêncio surgiu em 2014 e por lá já passaram mais de 100 convidados, desde comediantes renomados como Marcius Melhem e Fernando Caruso a novos nomes do stand up, roteiristas de humor, atores, diretores e personalidades da internet. Nesses quase três anos já conquistaram uma legião de fãs que aguardam ansiosamente por um novo episódio toda quarta-feira.

A evolução do podcast não para por aí. Dialogar com o público exige sempre maior proximidade. Para ter um maior contato com seus ouvintes, os caras resolveram atender à demanda de uma apresentação ao vivo! Não pensaram duas vezes e o Minuto de Silêncio alugou o Teatro Henriqueta Brieba, localizado no Tijuca Tênis Clube, para realizar sua primeira apresentação no teatro com a presença dos ouvintes, relembrando os importantes programas de auditório do rádio Brasileiro. Só que ao invés de termos o glamour e beleza de Carmem Miranda e Emilinha Borba teremos Cacofonias (Vinícius Antunes) e Roberto Rocha.

Sair da internet foi uma demanda do próprio público. Eles pediam mais contato, encontros, interatividade presencial também. Começamos a pensar o Minuto de Silêncio ao vivo meio de brincadeira e, quando vimos, 200 ingressos já estavam esgotados num piscar de olhos. Isso vai na contramão do que se diz sobre as relações estarem cada vez mais frias e distantes. Houve um clamor por contato e pela ocupação do teatro para fazer podcast - relata Vinícius.

Em pouco tempo de existência, comparado a outros podcasts, o Minuto de Silêncio viu-se crescer de forma animadora. Essa interação cada vez maior com o público, dentro e fora da internet, pode ser o fator do sucesso que o podcast vem adquirindo. O grupo pretende, em breve, lançar vídeos de comédia em seu canal no Youtube.

Minuto de Silêncio ao vivo (ingressos esgotados)

Dia 1 de setembro, às 19h30, no Teatro Henriqueta Brieba, Tijuca Tênis Clube

Rua Conde de Bonfim, 451 - Tijuca, Rio de Janeiro.

 

Um pouco sobre Podcast

Há 13 anos, desde quando surgiu o termo “podcast”, milhares de pessoas têm preferido ouvir as rádios online ao tradicional sinal FM. A chegada de novas tecnologias, a falta de qualidade na transmissão e a precariedade nos assuntos abordados nas rádios impregnadas de comerciais fizeram com que o ouvinte tivesse o interesse em criar sua própria rádio ou ouvir a música ou assunto do seu interesse em uma rádio criada por alguém.

O boom das rádios online se deu em 2004 devido a três fatores: a disponibilidade de softwares baratos de produção de áudio, aos iPods e aos blogs onde eram publicadas as rádios. Assim definiu na época o jornalista Bem Hammersley, do jornal The Guardian, e pela primeira vez na internet utilizou o termo podcasting, perguntando-se como chamaríamos essa nova forma de fazer rádio.

A expressão pegou. As ferramentas de blog evoluíram, os ouvintes agora poderiam fazer uma assinatura RSS para saber quando um novo áudio estava disponível, baixar o arquivo em mp3 e ouvir em seu iPod. O desafio se tornou transformar essas rádios online amadoras em uma edição cada vez mais profissional, com qualidade de áudio e uma entrega cada vez mais facilitada para o ouvinte que não precisaria mais visitar o blog para ouvir seu programa favorito. O podcast não inovou apenas na tecnologia, trouxe também uma nova maneira de se fazer rádio. O podcast possibilitou ao ouvinte escutar, em um único programa de rádio, o tipo de música ou o assunto que ele estava interessado em ouvir.

Mas a palavra podcast ainda é pouco conhecida entre os brasileiros. Não apenas a palavra como também o formato. O podcast se tornou um meio de comunicação que vai além da própria rádio online, pois possibilita o download do áudio. Além disso, a programação não precisa ser feita ao vivo.

O Minuto de Silêncio

Minuto de Silêncio

Foto: Lázaro Santos

No Brasil, o podcast ainda vem evoluindo. Iniciou com baixa qualidade no áudio e com gravações realizadas via Skype, o que compromete muito essa qualidade. Há ainda produtores de podcast que fazem suas gravações dessa maneira, por ser mais fácil e menos custosa. Atualmente, alguns podcasters montam o próprio estúdio, como é caso do programa de humor Minuto de Silêncio, comandado por Vinícius Antunes, roteirista do Zorra da Rede Globo, e Roberto Rocha, engenheiro e editor. Eles montaram todo o equipamento de gravação no apartamento de Vinícius, na Tijuca, bairro do Rio de Janeiro. Todas as gravações são presenciais e os convidados sentam à mesa com os apresentadores para falarem dos mais variados temas de forma cômica.

Roberto e Vinicius são amigos de longa data, desde os tempos de escola nos anos 90. Fãs de programas de rádio, sobretudo, os de humor, sonhavam em um dia participarem de um. Com a possibilidade a partir do podcast, tiveram a ideia de transportar o sonho de criar um programa de rádio de humor para a realidade na internet.

Quando descobrimos o universo do podcast, chegamos à conclusão de que seria um formato mais viável para produzirmos algo divertido e de qualidade. A partir daí, começamos a juntar nossos amigos pessoais e amigos que trabalham com humor para formar uma mesa de bate-papo que tratasse de qualquer tema com um olhar humorístico - conta Roberto.

Além disso tudo, eles tem uma preocupação em sempre contarem com uma mesa heterogênea com diversos tipos de pensamentos, crenças, gêneros, sexualidades e cor. Nunca esquecendo de falar e afirmar as suas raízes no subúrbio carioca. O melhor e único podcast exclusivamente de humor da podosfera. Está esperando o que para fazer aquela maratona e zerar os episódios? 

PS: Tive a honra de participar de um deles falando sobre os maiores fracassos da minha vida. Você pode ouvir aqui.

Os caras também tem Instagram e Facebook! Siga e divirta-se!

Exposição “Urbanologia”

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Exposição “Urbanologia”

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Foto: Marcello Rocha
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Começou nesta quarta-feira a exposição "Urbanologia", de Marcello Rocha. Nela, o cotidiano de bairros do chamado Grande Méier. Para o acervo também foram selecionadas fotografias de alunos que participaram de oficinas de fotografia na unidade SESC do Engenho de Dentro. São registros que retratam o lado urbano em preto e branco e também a ludicidade do multicolorido característico da ZN. A ideia é mostrar além da correria diária, o lado bucólico dos bairros. 

Serviço
Exposição Urbanologia
De terça a sexta, das 8h às 20h30m
Sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h30m
Agendamento de grupos: 3822-4892
SESC – Engenho de Dentro: Av. Amaro Cavalcanti, 1661
Tel: 3822-4830

Conheça os quatro finalistas da Batalha do Real que vai rolar quarta-feira no Circo Voador

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Conheça os quatro finalistas da Batalha do Real que rola quarta-feira no Circo Voador

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Foto: Eduardo Biermann

Foram quatro etapas e 16 MC´s que duelaram em diversos palcos do Rio de Janeiro. Méier, Jacarépagua, Madureira e Penha. Agora a quebrando tudo ao comando de Maomé, Marechal, Nissin Oriente e Negra Rê que farão as honras e irão apresentar a festa nesse grande dia. Os DJ´s serão: LP, Babz Brutal, Negralha e Saddam. Como se não bastasse, a Brutal Crew, organizadora do evento, preparou um pequeno Festival de Rap que terá shows de nomes como: Batoré e Papatinho, De Leve, Filipe Ret, MC Coé, Funkero, 3 Preto e Akira Presidente. A cena hip-hop do Rio de Janeiro vai simplesmente parar para colar nessa final e presenciar mais um momento histórico do Rap acontecer diante de nossos olhos.

Os finalistas são: Xan, Xamã, Estudante e Pelé. O vencedor leva: prêmio em dinheiro e o título de vencedor da Batalha do Real. Honraria que já foi de nomes como Emicida, Marechal e Akira Presidente. Abaixo a gente conhece um pouco mais sobre os MC´s que irão disputar essa final que promete ser épica. 

 

Xan

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Foto: Eduardo Biermann

Xan é Gabriel Henrique de Carvalho, ouve rap desde pequeno e sempre teve um dom para a escrita, além de gosto pelo ritmo, o que tornou inevitável o seu envolvimento com a cultura hip-hop. O MC foi indicado pela Roda Cultural de Vila Isabel, da qual foi vencedor, além de ter participado e vencido nas rodas de Méier e na Tanque, em São Gonçalo. Gabriel é fã de MV Bill, Racionais MCs, Marechal, Claudinho e Buchecha e O Rappa. “Comecei no rap porque não tinha forma de não me envolver com a cultura, acabei indo pelo lado da música, que foi no que me destaquei mais”. Xan já venceu o concurso Mic Master Brasil e cursa faculdade de administração na Uerj.

 

Xamã

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Foto: Eduardo Biermann

Xamã é Jason Fernandes, 25 anos, e ganhou este apelido, nas rodas de freestyle, por se parecer com o índio do jogo Mortal Kombat, o personagem Nightwolf. Natural de Campo Grande, ele agora mora em Copacabana e, há um ano, saiu do lugar onde trabalhava para perseguir o sonho de viver de Rap. Ele tem um projeto de Rap com o MC Estudante, de Padre Miguel, que se chama Xamã Estudante. As músicas da dupla estão disponíveis no YouTube e no Spotify. Xamã começou a rimar aos 12 anos e é fã de Black Alien, Speed Freaks e Racionais MCs. O MC Xamã, é natural de Campo Grande. 

 

Estudante

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Foto: Eduardo Biermann

MC Estudante é Carlos Cardoso, 20 anos. Ele descobriu que rimava no ensino fundamental. Estudante começou a batalhar em 2014, em Bangu, na Caixa de Surpresas, e frequentou muitas rodas de rima . “Me identifiquei com o Rap porque é o movimento da rua, a cultura do negro, que luta contra o preconceito e a diferença entre as classes sociais. O nome Estudante veio porque eu tento embaralhar as matérias da escola com a rua, fazendo metáforas e comparações. Tem músicas nas quais cito o físico Newton e o matemático Pitágoras”, conta Estudante, que participa da dupla Xamã Estudante. Entre suas influências, estão: Rapinn Hood, Caetano Veloso, Legião Urbana, Racionais MCs, Black Alien e Speed Freaks.

 

Pelé

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Foto: Eduardo Biermann

Pelé é Maurício Lourenço, 19 anos, de São Gonçalo e mora em Trindade. Conheceu o Rap em 2008 e foi indicado pela Batalha do Tanque a participar da Batalha do Real. Já venceu por lá e também na roda de Botafogo. O MC começou a batalhar levado por amigos, que colocaram o seu nome no desafio, e nunca mais parou.”O duelo de MCs é mais sangue mesmo, atacar o adversário, é diferente de fazer música. Na final da Batalha do Real estão só os melhores, e eu estou lá. Pra mim, é um sonho, pois a gente ouve as histórias das vitórias do Marechal e da importância disso dentro da cultura do rap”, explica.

 

Serviço:

Grande Final da Tradicional Batalha do Real

Temporada #eudesafio

Dia 23 de novembro, às 19h, no Circo Voador

R. dos Arcos, s/n - Lapa

Telefone: (21) 2533-0354

Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Ela está de volta! Batalha do Real – Quarta-Feira no Méier

Batalha do Real_Zona Norte Etc_Agenda Cultural

Ela está de volta! Batalha do Real - Quarta-Feira no Méier

Batalha do Real_Zona Norte Etc_Agenda Cultural

Foto: Rabú Gonzales

Depois de lançar nomes do rap nacional, como Emicida, Marechal e Maomé, da Cone Crew Diretoria, a Tradicional Batalha do Real comemora 13 anos de serviços prestados ao hip-hop carioca com um circuito que começará pelo Imperator - Centro Cultural João Nogueira, no Méier e passará por três arenas da Prefeitura. A grande final será nos Arcos da Lapa, berço e principal locação da batalha por mais de dez anos. 

E temos novidades! Pela primeira vez em 13 anos, as batalhas de freestyle dos MCs serão feitas sobre bases criadas especialmente para a Batalha do Real pelo curador, DJ e produtor musical Babz Brutal. Entre os produtores que criarão os instrumentais, estão nomes como Mr Break, Dj Machintal e Goribeatzz.

Ter bases originais traz pra competição um novo grau de desenvolvimento da cena. A batalha passa a ser também uma vitrine para o trabalho autoral dos produtores

Analisa o produtor da Brutal Crew, organizadora do evento, Cesar Schwenck.

O cenário das batalhas será feito com material reaproveitado e sustentável, tudo assinado pelos artistas Felipe Bardy, Fábio Ema e Cristiano Reis. Os 16 MCs foram selecionados em batalhas que acontecem por todo o Rio de Janeiro, com representantes de Jacarepaguá, Caxias, Padre Miguel, Ilha do Governador, Madureira, Olinda, São Gonçalo, Ramos, Pavuna, Niterói, Campo Grande e Grajaú. Os novíssimos talentos do microfone têm idades entre 17 e 23 anos.

A primeira batalha tomará o palco do Imperator, no dia 31 de agosto, seguida de disputas na Lona Cultural Jacó do Bandolim, em Jacarepaguá, no dia 13 de setembro, na Arena Carioca Fernando Torres, em Madureira, no dia 2 de outubro, na Arena Carioca Dicró, na Penha, dia 30 de outubro, até chegar a grande final, no dia 20 de novembro, nos Arcos da Lapa. Todas as fases terão, como mestres de cerimõnia, MCs que inspiram esta nova geração de rappers, como Gil, Sheep, Negra Rê, Lepo, Bacon e Chapadão.

A Batalha do Real é um grande rito de passagem. É onde o novo MC testa as rimas e é testado pelo público. A batalha ajuda os jovens a afirmarem o talento, o carisma e a fazerem o próprio nome na cena. É um projeto de integração, mobilidade, expansão e valorização de territórios, revitalização e ocupação de espaços públicos, por meio dos elementos da cultura hip-hop

Conta o criador da Batalha do Real, Aori Sauthon, diretor executivo da Brutal Crew. Aori é integrante do Inumanos, banda seminal do rap carioca que volta especialmente para apresentações exclusivas no evento.

As batalhas são realizadas no formato tradicional de mata-mata. Cada MC tem dois rounds de 45 segundos para fazer as rimas, no esquema de desafio no qual um MC responde ao outro, com curiosas e divertidas provocações de agilidade mental. A regra é clara: não vale xenofobia, contato físico ou ofensas ao apresentador e ao DJ. A Batalha do Real também não tolera homofobia. O vencedor é sempre escolhido pelo público presente. Um formato 100% carioca que inspirou Criolo a criar a Rinha dos MCs, em São Paulo.

Lógico que o ZN vai fazer a cobertura completa desse mega evento! A gente se vê por lá!

 

MCs participantes:

1. Big Black, 17- Gabinal (JPA)

2. Eminente, 21 –Caxias

3. Estudante, 20 –Padre Miguel

4. Gaspar, 18 –Ilha do Governador

5. Iguin, 18 –Caxias

6. Isaac ZO, 22 –Madureira

7. Jhon, 17 –Olinda

8. Jhonny, 21 –São Gonçalo

9. Mell Brito, 22–São Gonçalo

10. Natalhão, 21 –Ramos

11. Pelé, 17 –São Gonçalo

12. Rayzen, 23 –Caxias

13. Ruiva, 19 –Pavuna

14. Samantha Zen – Niterói

15. Xamã, 27 –Campo Grande

16. Xan, 21 - Grajaú

 

Serviço:
A Tradicional Batalha do Real 13 anos

#EUDESAFIO

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

 

31/08, Méier

Imperator – Centro Cultural João Donato

Rua Dias da Cruz, 170

Tel. (21) 2597-3897

Apresentadores: Marechal e Coé.

DJ’: Babz, LP e Broa.

Shows: Inumanos, Kayoa e Piramide Perdida

 

13/09, Jacarepaguá

Lona Cultural Jacó do Bandolim

Praça Geraldo Simonard, S/N

Tel. : (21) 2425-0825

Apresentadores: Gil e Sheep.

DJ’s: Babz, LP

 

02/10, Madureira

Arena Carioca Fernando Torres

Rua Bernardino de Andrade, 200

Tel.: (21) 3495-3078

Apresentadores: Negra Rê e Lepo.

DJ’s: Babz, LP

 

30/10, Penha

Arena Carioca Dicró

R. Flora Lôbo - Penha Circular, Rio de Janeiro - RJ, 21210-500

Tel: (21) 7951-0203

Apresentadores: Bacon e Chapadão.

DJ’s: Babz, LP e ?

 

20/11, Lapa

Grande final

Nos Arcos da Lapa, na Praça Batalha do Real

Exposição Retratos da Zona Norte e Etc no Imperator

Rebeca Brandão

Exposição Retratos da Zona Norte e Etc no Imperator

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Foto - Fabiano Albergaria
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Com a ideia de mostrar como a moda é interpretada pelas mais diversas personalidades que circulam pela Zona Norte do Rio de Janeiro, surgiu o blog Zona Norte Etc.

Registrar, documentar e divulgar toda essa efervescência do lado de cá do túnel foi a missão desde o início, mostrando que muito mais do que uma região, Zona Norte é um comportamento, um estilo de vida que se estende para bairros geograficamente distantes, mas próximos no coração e na forma de encarar a vida.

É com muito prazer que a partir do próximo dia 26/07, às 20h, estaremos com a exposição Retratos da Zona Norte e Etc no Imperator-Centro Cultural João Nogueira, no Méier. A exposição traz um apanhado destas imagens, que mostram que por trás de todas as dificuldades da rotina diária, do calor, do barulho, do abandono governamental, pulsa a energia de uma gente que vibra com qualquer abraço, onde qualquer prazer diverte e é aproveitado ao máximo. Neste lugar de tanta força também há beleza, não convencional, nem tão óbvia, mas muito original e que cada vez mais quer se mostrar para o mundo.

Retratos da Zona Norte e Etc. é a prova de que a cidade, apesar de partida na topografia, é única na beleza, não importa de que lado do túnel você esteja.

 

Apoio: Nike, Mercatto, Kenner e 5.2 Design

Serviço:
Abertura da Exposição: 26/07 - Terça-feira: 20h
Local: Sala de Exposições | 2º Andar
De 27 de julho a 30 de outubro:
Seg a sex: 13h às 22h | Sáb e dom: 10h às 22h.
Entrada Gratuita
Classificação: Livre