Dream Team do Passinho canta e dança Jackson Five em Bangu

DTP J5 Foto J Vitorino

Dream Team do Passinho canta e dança Jackson Five em Bangu

Alô Bangu! Depois de conquistar o Brasil, o Dream Team do Passinho chega ao bairro com show tributo aos Jackson Five: é nesta quinta, dia 22 de junho, às 20h, no Theatro Bangu Shopping.

DTP J5 Foto J Vitorino

Foto: J Vitorino

O show celebra a cultura negra e periférica mundial e traz uma super banda, além de apresentar mais uma performance explosiva do grupo carioca que irá cantar e dançar 12 clássicos do quinteto de R&B e Soul formado por Michael Jackson e seus irmãos. 

Eles foram importantíssimos para a música e o funk. Ainda mais pra nós, que somos negros e da periferia, como eles. Vamos ser fiéis ao trabalho deles, mas é claro que a gente vai botar um pouco da nossa essência, misturando os moleques de Indiana com os do Rio

Desafia a vocalista e diva Lellêzinha sobre o novo show tributo ao grupo.

The Jackson Five e o Dream Team do Passinho tem muitas semelhanças: Os dois grupos musicais tem cinco integrantes; usam figurinos arrojados; e se destacam por performances de dança inacreditáveis. E sim, os figurinos são um show a parte, criados por Claudia Kopke e Antonio Shuback.

E Rafael Mike, vocalista e integrante do DTP dá o papo:

Bangu também representa muito o funk carioca, um lugar aonde existiram muitas galeras de funk. Levar este show pra lá, com Jackson Five e esta roupagem do funk carioca, com passinho, é muito importante. Acho que vai ser uma noite memorável pra Bangu

Partiu?

SERVIÇO

Dream Team do Passinho canta e dança Jackson Five

Dia 22 de de junho, às 20h, no Theatro Bangu Shopping

Rua Fonseca 240, Bangu

(21) 2401-3631

Ingressos:

Pláteia (R$60 | R$30)

Balcão (R$50 | R$25)

Classificação:12 anos

Documentário “Armanda” conta a história da ”Montessori brasileira”

Armanda Documentário

Documentário Armanda conta a história da ''Montessori brasileira''

Armanda-Alvaro-Alberto

Armanda Alvaro Alberto

O pré-lançamento acontece dia 31 de maio no encerramento da 3ª edição do Festival Mate Com Angu de Cinema Popular

O ano é 1921, a personagem: uma mulher educadora muito a frente de seu tempo, Armanda Álvaro Alberto, filha do médico-sanitarista Álvaro Alberto e membro da elite carioca intelectual da época que escolheu a periferia para viver. A história da ''Montessori brasileira'', como foi carinhosamente reconhecida, e fundadora da União Feminina do Brasil uniu a produtora Dunas Filmes e a professora Liliane Leroux, que coordena o Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas (NuVISU) da UERJ, em alguns encontros que geraram o documentário. O pré-lançamento acontece durante a 3ª edição do Festival Mate Com Angu de Cinema Popular, no dia 31 de maio, às 20h. O evento é aberto ao público, na Lira de Ouro, que fica na Rua José Veríssimo n° 72, no Centro de Caxias/RJ.

''Armanda'' traz à tona um pouco mais sobre uma das precursoras do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, proposta de renovar a escola tradicional e a aplicação da verdadeira função social da escola. O documento é a favor dos direitos dos cidadãos brasileiros levantando pontos essenciais como educação pública, escola única, a laicidade, gratuidade e obrigatoriedade da educação. Criou em Duque de Caxias a Escola Proletária de Meriti que, posteriormente, se transformou na Escola Regional de Meriti, para atender uma comunidade rural carente e constantemente às margens de qualquer política pública de educação ou saúde. Influenciada pelas ideias de Maria Montessori, onde a criança é o centro do método e o professor tem o papel de acompanhador do processo de aprendizado - guia, aconselha, mas não dita e nem impõe o que vai ser aprendido pela criança - faz história não apenas criando o primeiro colégio a servir refeição para os alunos no Brasil, mas também, transformando o ambiente escolar em um laboratório educacional. Os estudantes passaram a ficar na escola em horário integral, a participar do cultivo de hortas e até mesmo da criação de pequenos animais. Presa política no governo de Vargas, dividiu ainda a famosa ‘cela 4’ com Nise da Silveira e Olga Benário cuja filha, Anita Leocádia Prestes, marca presença no filme falando um pouco sobre a relação de Armanda com sua mãe e as demais companheiras na prisão. Ana Chrystina Mignot e outros importantes pesquisadores da área também dão seus depoimentos no média-metragem.

Ao todo a produção contou com um ano de pesquisa e outros quatro para finalização, que teve início em 2013. As filmagens aconteceram de 2014 a 2015 e em 2016 a equipe se dedicou à edição. Para o diretor, Rodrigo Dutra, é importante não perder o elo de ligação da história dela com a que se mistura com a própria história da cidade. A personagem foi responsável pela escola que ficou conhecida como ''Mate com Angu'', termo anteriormente atribuído pejorativamente aos próprios alunos retratando todo o preconceito e hostilidade com as camadas mais populares da sociedade já naquela época. ''Hoje a escola é considerada um dos símbolos mais importantes de resistência e memória cultural da cidade, prova viva disso é que o velho apelido da escola batiza um dos mais conhecidos grupos culturais da Baixada Fluminense, o Cineclube Mate com Angu, que reúne cineastas e produtores culturais da região passando a ressignificar o termo antes hostil para, agora, sinal de orgulho do próprio lugar'', conclui o cineasta, que dirigiu o filme com Liliane Leroux e Flávio Machado. Atualmente o colégio se chama Escola Municipal Doutor Álvaro Alberto, em homenagem ao pai da educadora.

O Mate Com Angu de Cinema Popular contará com projeções de filmes em praça pública e em espaços culturais, debates, exposições, mostra competitiva de curtas, mostra panorâmica de longas, entrega do Trofeu Angu de Ouro aos homenageados e o concurso de vídeos Baixada 1 Minuto, em que moradores da região concorrem a prêmios em dinheiro. O Festival teve sua primeira edição em 2014 e dentre outras coisas contou com a presença do cineasta Nelson Pereira dos Santos. Já na segunda edição, um dos destaques foi a exibição do badalado filme Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, única vez exibido na Baixada. A programação inteira dessa terceira edição você confere aqui.

 

A luta pela preservação do patrimônio e memória da cidade

Desde 2012 há um embate a respeito da construção do shopping Central Park, no centro de Duque de Caxias, bem ao lado da escola. Por um lado empresários e setores interessados na viabilização do empreendimento alegam que não há riscos para a estrutura do colégio ou mesmo impedimentos legais e, do outro, instituições e grande parte da sociedade civil que, além de não concordarem com a obra, confirmaram rachaduras nos muros e na quadra da Escola Municipal Álvaro Alberto após o corte de mais de 160 árvores centenárias no entorno do terreno - com risco de demolição. O Ministério Público estadual propôs uma ação civil pública à Justiça e, temporariamente, estão suspensas as obras do empreendimento desde a última gestão da Prefeitura. No entanto, com a nova administração municipal, a ideia da retomada do polêmico projeto está sendo novamente levada em consideração. 

Ficha Técnica:

Direção

Liliane Leroux

Rodrigo Dutra

Direção de Fotografia

Flávio Machado

Roteiro

Flávio Machado

Liliane Leroux

Rodrigo Dutra

Câmeras

Flávio Machado

Rodrigo Dutra

Som Direto

Lúcia Marapodi

Trilha Sonora

Mauricio Galo

Realização

Nuvisu (Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas)/UERJ-FEBF

Produção

Dunas Filmes

Patrocínio

Faperj

Apoio

UERJ-FEBF

PEGA – Parque Encantado, Gastronômico e Artístico Inaugura em Caxias

pega caxias

PEGA – Parque Encantado, Gastronômico e Artístico Inaugura em Caxias

pega caxias

Hoje, dia 28 de abril, Duque de Caxias está recebendo seu mais novo espaço de lazer, comunicação, entretenimento e arte, com a inauguração do PEGA – Parque Encantado, Gastronômico e Artístico. O PEGA constitui-se em uma localidade onde lacunas serão preenchidas, e seu palco proporcionará inúmeros encontros e desencontros, além de muitas gargalhadas, deleites e experimentos ímpares.

O espaço estará aberto ao público harmonizando diversão e cultura. Situado no centro de Caxias, na Av. Duque de Caxias, em frente ao posto Shell Socape, ao lado de um ponto de ônibus que disponibiliza linhas municipais e intermunicipais. Com acesso pela Avenida Brigadeiro Lins e Silva, fica ao lado da RJ-101, e a menos de 10 minutos da Linha Vermelha ou da Rodovia Washington Luiz. Eles funcionam de terça a domingo, das 18h à 00h.

O projeto nasceu de um sonho que vislumbrava uma Duque de Caxias melhor, mais moderna e identificada com os lazeres das grandes cidades brasileiras. Para tanto, o PEGA comporta até 15 foodtrucks, praça de alimentação, espaço infantil gratuito, programação artística variada com certa ênfase à  musicalidade, e muito mais. Estes foodtrucks serão selecionados por convites da administração do espaço, mas sempre serão considerados os critérios de qualidade e apresentação, e, além disso, passarão por avaliação constante, inclusive com a participação efetiva dos clientes e amigos frequentadores. Em suma, o PEGA vem pra ficar. 

Mais informações sobre a inauguração aqui.

Casa Aberta comemora 2 anos de coletivo tijucano

Obra de Rafael Geraldo

Casa Aberta Comemora 2 Anos de Coletivo Tijucano

alexandre aguiar

Trabalho de Alexandre Aguiar

A programação inclui compras, comidinhas e convidados

Para comemorar seus 2 anos ocupando um sobrado antigo na bucólica Rua Babilônia da Tijuca o coletivo Casa Amarela realizará no dia 08/04 (sábado) seu tradicional “portas abertas” intitulado CASA ABERTA. Em clima de bazar aconchegante o dia será voltado para receber amigos, clientes, curiosos e agregados que buscam em pequenos produtores locais produtos criativos.

Todos os espaços da Casa estarão em pleno vapor! Além da Loja Coletiva os outros ateliês (que geralmente funcionam somente com hora marcada) também receberão os visitantes durante o dia. Entre as mais de 25 marcas que estarão presentes é possível encontrar moda, acessórios e decoração. Lançamentos, coleções novinhas, descontos e brindes não vão faltar!

Moda sustentável, peças autorais e produtos artesanais ocupam toda a Casa que conta com pequenos estilistas como Nathalia Otero (by Nathalia Otero), Gisele Caldas (Fridoka) e Mana Malta (Orgânica). Karen Grimmer (Grimmer) ocupa uma das salas do coletivo onde trabalha na criação de bolsas de couro com estamparia manual e parceria com artistas como Renata Botelho com quem divide espaço para as aulas de aquarela. O arquiteto Alexandre Aguiar produz suas peças em cimento no quintal da Casa onde o cliente pode escolher inclusive a planta que o deseja no vaso. Também é possível encontrar produtos de profissionais de outros estados que tem na Casa Amarela seu  ponto fixo no Rio, como as louças pintadas à mão da artista plástica Lídia Quaresma (de Natal) e os bodies infantis da Honey Peppers (de São Paulo).

Obra de Rafael Geraldo

Obra de Rafael Geraldo

Entre os convidados quem marca presença é o icônico e clássico Rafael Geraldo, responsável pelos 4 painéis de grafitti da Casa. Para quem se apaixona pelo painel com flamingos localizado na entrada do coletivo a notícia é boa: Rafael levará flâmulas de madeira com reprodução da arte para venda.

O programinha de sábado também inclui comidinhas, bebidas e até visual novo. O Chef Gustavo Fonseca comandará a cozinha de onde sairão os disputados burgers artesanais e sanduíches fresquinhos, com direito a sobremesas preparadas pela Kel Gastronomia (incluindo chocolates diferentões para Páscoa) e bar com rodadas de cerveja e outras bebidas por conta da casa. Para quem quiser sair de lá com um corte de cabelo mais descolado as tesouras da Gabi Weiser farão o trabalho por R$ 30.

Orgânica_Casa Aberta
Chef Gustavo Fonseca
Kel Gastronomia
Artista Plástica Lídia Quaresma
Mana Malta (Orgânica)
Arrow
Arrow
Orgânica - Casa Aberta
Slider

O programa pode ser uma boa pedida para quem busca opções criativas de presentes para a Páscoa!

10h às 20h

Casa Amarela (Rua Babilônia 18A, Tijuca)

(21) 3189.6658

Memória em Verde e Rosa – Um filme de Pedro Von Kruger

Memória em Verde e Rosa

Memória em Verde e Rosa - Um filme de Pedro Von Kruger

O documentário "Memória em Verde e Rosa", de Pedro von Krüger já está nas telas de cinema! No filme, o morro da Mangueira é o palco onde o compositor Tantinho e antigos sambistas da campeã do Carnaval de 2016 recontam memórias da favela e do samba. A produção é da Com Domínio Filmes e Formiga Produções Culturais e a distribuição da Com Domínio Filmes. 

No filme, ao som de canções marcantes como "Linguagem do Morro" e "Exaltação à Mangueira", conhecemos mais do morro símbolo do Rio de Janeiro que, ao longo de mais de 80 anos, tornou-se um lugar de referência para a história do samba. O longa mostra os desafios e dilemas que os personagens enfrentaram para conquistar respeito na comunidade, reconhecimento na escola e espaço no meio artístico.

"Memória em Verde e Rosa" ressalta a força da Estação Primeira e de sua tradição musical, que se revelam na integração com a vida cultural da cidade. Além do compositor Tantinho, conta com as presenças do lendário mestre-sala Delegado, de Suluca, baiana mais antiga da agremiação, dos compositores Nelson Sargento, Hélio Turco, dos percussionistas Carlinhos do Pandeiro, Jaguara e, através de um rico material de arquivo, traz nomes como Cartola, Geraldo Pereira, Nelson Cavaquinho, Padeirinho e muitos outros. 

SINOPSE

O morro da Mangueira é o cenário onde o compositor Tantinho e antigos sambistas da Estação Primeira vão relembrar histórias sobre a favela e o samba. O documentário retrata os desafios e dilemas que os diversos personagens enfrentam em suas vidas para conquistar respeito na comunidade, reconhecimento na escola e espaço no meio artístico.

 

ENTREVISTADOS

Amauri Raposo

Broto

Carlinhos do Pandeiro

Chininha

Cici

Delegado

Guezinha

Hélio Turco

Hermínio Bello de Carvalho

Jaguara

Jorge Catacumba

Nelson Sargento

Neném Macaco

Paulão 7 cordas

Raymundo de Castro

Seu Nego

Suluca

Tantinho

Waldir Marcelino

Wilson Moreira

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Pedro von Krüger

Produção: Alípio Carmo, André Horta, José Constant e Pedro von Krüger

Produção Executiva: José Constant e Bruno Arthur

Roteiro: Alípio Carmo e Felipe Bibian

Pesquisa: Alípio Carmo

Direção de Fotografia e câmera: Lula Cerri e Pedro von Krüger

Assistente de Direção: Gabriel Medeiros

Assistente de produção executiva: Pilar Salinas

Assistente de produção: Larissa Centurione

Pesquisa Iconográfica: Vicente Oliveira e Gabriel Bernardo

Fotografia Adicional e câmera: Bacco Andrade, Cris Conceição, Daniel Bustamante

Câmeras: Lula Carvalho, Pablo Baião, Mário Franca, Gabriel Hoffman, Nicolas Mandri, Miguel Lindenberg, Felipe Bibian, Rogério von Krüger

Assistente de Câmera: Nicolau Saldanha, Tomás Camargo, Daniel Terra, Miguel Morais,

Técnico de som: Pedro Sá, Marcel Costa, Bruno Armelin e Evandro Lima

Microfonista: Marcelo Noronha

Assistente de som: Vicente Oliveira

Edição: Marilia Morais, edt

Assistente de edição: Vicente Oliveira, Felipe Bibian, Antônio Porto e Gabriel Medeiros

Finalização de cor: Daniel Canela

Edição de som: Damião Lopes

Mixagem de som: Gustavo Loureiro

Produção: Com Domínio Filmes e Formiga Produções Culturais

Distribuição: Com Domínio Filmes